Revista Hot Rodshttp://www.revistahotrods.com.br/hotrods/Revista Hot Rods<![CDATA[Acabou a espera!]]>Fotos: Divulgação

O principal encontro de carros antigos da América do Sul acontecerá de 06 a 09 de junho, na receptiva e charmosa cidade mineira de Araxá. O evento, organizado pelo Veteran Car Club - MG e patrocinado pela Fiat Automóveis, será realizado no suntuoso Tauá Grande Hotel Termas & Convention Araxá.

Em sua 20ª edição, o Brazil Classics receberá cerca de 300 raridades, entre os mais clássicos veículos, em uma estrutura que preza pelo destaque dos automóveis, profissionalismo e seriedade do leilão e pelo conforto do público presente.

“Ao longo de todas as edições, o Brazil Classics se destaca pelas raridades apresentadas, pela importância histórica dos veículos expostos, e pela preocupação por parte de todos os envolvidos em proporcionar um momento de entretenimento aos amantes do antigomobilismo e para o público em geral”, enfatiza o Presidente do Veteran Car Club – MG, Dr. Otávio Pinto de Carvalho.

A expectativa dos organizadores é que o evento receba este ano cerca de 40 mil visitantes entre expositores, apreciadores de antigomobilismo e o público em geral.

Grandes Raridades

Para a edição 2012, o Brazil Classics Fiat Show trará importantes raridades, como um Rolls Royce Phantom V, um dos modelos mais cobiçados pela alta classe inglesa e com pouquíssimos exemplares pelo mundo.

A exposição contará com dois modelos Alfa Romeo, únicos no Brasil. Um modelo 1900SS (Super Sprint), e um Giulia 1600SS (Sprint Speciale). Além de diversos modelos de colecionadores dos Estados Unidos, Argentina e Colômbia, firmando a internacionalização do evento.

Esse ano, duas homenagens são destaques na programação. A exposição de 70 anos do Jeep, com diversos modelos que contam a história de um dos veículos mais queridos de todos os tempos. E a exposição em homenagem a Ferdinand Porsche, o projetor do mais cobiçado veículo esportivo, o Porsche 911, lembrado até hoje como um dos carros de competição de maior sucesso.

O evento também terá o tradicional passeio de automóveis antigos pelas ruas de Araxá, palestras, cafés, exposição de artistas plásticos com o tema de automóveis antigos, premiações dos automóveis e colecionadores que mais se destacaram durante o evento e o movimentado Mercado de Pulgas, onde o colecionador pode encontrar de tudo: peças novas e usadas, acessórios e ornamentos para o carro antigo, além de literatura e miniaturas.

Leilão de Automóveis Antigos

Único da categoria realizado no Brasil, o leilão do Brazil Classics Fiat Show, que começou na 15ª edição, ganha cada vez mais prestígio e espaço. Para o organizador do leilão, Sérgio Valente, o Brazil Classics é um dos eventos mais importantes no mundo do antigomobilismo. “É competitivo com qualquer outro evento mundial devido à alta qualidade de suas marcas e modelos. E o leilão complementa essa qualidade e importância”, avalia.

Na última edição, em 2010, foram a leilão 65 veículos. Deste total, 36 foram arrematados, movimentando R$ 2 milhões e 500 mil reais.

Histórico

Realizado há 28 anos, o evento nasceu da paixão de amigos colecionadores que resolveram criar uma data para celebrar o encontro e a exposição de seus veículos. Passados todos esses anos, o evento hoje reúne colecionadores de todo o Brasil e do exterior. “O objetivo é a congregação dos antigomobilistas de todo o país para mostrar o trabalho realizado nas restaurações e incentivar a preservação deste importante segmento da história mundial”, sintetiza o Presidente da Veteran Car Club de Minas Gerais, Dr. Otávio Pinto de Carvalho.

Programação Oficial

06/06/12 – Quarta-Feira
9h – Credenciamento e colocação dos automóveis no pátio
20h – Coquetel de Boas-Vindas

07/06/12 – Quinta-Feira
8h - Credenciamento e colocação dos automóveis no pátio
16h – Assembleia da FBVA e palestras técnicas no cinema do Tauá Grande Hotel Termas & Convention Araxá
18h – Abertura Oficial do Evento
22h – Apresentação Beneficente

08/06/12 – Sexta-Feira
Manhã - Passeio de automóveis antigos pela cidade de Araxá
17h – Happy Hour “De Mulher Para Mulher” com stand up comedy
19h – Leilão de automóveis antigos

09/06/12 – Sábado
09h30 – Alvorada com coral e café da manhã na pérgula da piscina do Tauá Grande Hotel (exclusivo para hóspedes)
Tarde – livre
19h – Festa de Premiação
22h – Coquetel de Encerramento

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Wed May 16 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Encontro Internacional]]>Wed Apr 25 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Até o próximo...]]>Wed Apr 25 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Chrysler Corporation em 1940]]>Wed Apr 25 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Queimou a junta!]]>Wed Apr 25 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Feitos um para o outro]]>Wed Apr 25 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Projeto de pai e filho]]>Ford 5 janelas 1935, há 25 anos na família, passou por uma reforma completa para voltar aos dias de glória

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

Desenvolver e executar um projeto de restauração ou personalização de um hot rod é uma tarefa que se torna ainda mais prazerosa quando em companhia de alguém querido.

Na família Moreira há 25 anos, este Ford 5 janelas de 1935 já rodou totalmente original pelas ruas de Itu, interior de SP, mas durante 17 anos ficou encostado em um depósito, acumulando ferrugem. Cansados de verem a joia se deteriorar, Ivo Simas Moreira, 78, e o filho dele Julio de Oliveira Moreira, 46, ambos engenheiros, decidiram trazer de volta à vida o Fordinho, tarefa que não seria muito fácil devido ao mau estado do veículo.

“Ele estava como uma carreteira, com para-lamas cortados, rodas de ferro e pneus para corrida na categoria. O motor era da década de 50. Por causa disso, restaurar todos os detalhes originais não seria viável, então decidimos fazer um hot. Mas a nossa ideia era que o carro ficasse com a aparência original”, conta Julio.

A primeira fase do trabalho foi de desmonte, a mais divertida para os Moreiras. “Foi uma fase muito legal. Quase tudo foi feito por mim e pelo meu pai. De vez em quando alguns amigos apareciam para ajudar e, depois de soltarem alguns parafusos, já faziam um churrasco para comemorar. Era uma farra”, conta o engenheiro.

Confira a matéria completa na edição 86 da revista Hot Rods

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Wed Apr 25 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Ratos “tupiniquins”]]>Autênticos rat rods são raros no Brasil. Aprenda o conceito e saiba diferenciá-los dos “rat rods de vitrine”

Texto: Victor Rodder

Fotos: Divulgação

No número anterior contei um pouco da história dos rat rods nos Estados Unidos. Sobre como e onde surgiu o termo e como a coisa evoluiu por lá. Agora chegou a vez de escrever sobre a nossa realidade. Sobre como surgiram e o que são os nossos “ratos”. É claro que precisarei fazer algumas referências sobre a influência dos EUA naquilo que fazemos e vivemos aqui, mas o foco é o Brasil.

Desde logo é bom deixar claro que jamais haverá unanimidade sobre esse assunto e o que trago aqui é uma compilação da minha própria opinião, do que já vi por aí e, principalmente, do que ouvi de amigos como Sérgio Liebel e Aurélio Backo, que não só entendem do assunto, como gostam de rat rods e de qualquer coisa que queime gasolina; dos meus “brothers” Ricado Fallero e Luiz Fireball, que como eu acham que carros devem sempre ser melhorados; ou ainda, do próprio editor desta revista, Ricardo Kruppa, um aficionado por rat rods.

Conceito

Rat rods são hot rods enferrujados, certo? Errado! Vamos lembrar que rat rods são diferentes de hot rods clássicos, que tentam resgatar em cada detalhe uma época específica, inclusive na ferrugem! Então um rat rod será um “hot” enferrujado, mas que não tenha qualquer preocupação com fidelidade a uma época ou estilo específico. Construído preferencialmente pelas mãos do seu proprietário e usando o que se tem à mão. 

Veja a matéria completa na edição 86 da revista Hot Rods

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Wed Apr 25 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Monstro de estimação!]]>Dodgeiro desde a adolescência revela um de seus brinquedos: um Barracuda sobrealimentado por óxido nitroso feito para viajar com cavalaria de sobra e com o ar-condicionado ligado

Texto e Fotos: Pedro Lessa

Mesmo que você, caro leitor, seja devoto dos motores de quatro, cinco ou seis cilindros, há de convir que não existe algo tão bravo e respeitável quanto um motor V8 bem preparado, não é mesmo? Quer argumentos? Basta pesquisar pelos números registrados por carros com estes propulsores desde os primórdios das categorias automobilísticas, as histórias, o desenvolvimento aplicado nestes motores, as provas reais do que estes verdadeiros monstros são capazes de fazer nas pistas.

Em provas de arrancada, ou Drag Race, como são chamadas no exterior, realizadas ao redor de todo o mundo, os carros mais rápidos são os Dragsters, geralmente equipados com motor V8 sobrealimentados por blower, óxido nitroso ou por turbocompressores. Estes, aliás, são os carros mais rápidos do mundo, capazes de atingir mais de 400 km/h em menos de cinco segundos, em um espaço de aceleração de 402 metros.

Em provas de circuito, a categoria mais reconhecida e que possuiu os carros mais desenvolvidos é a Formula 1 – obviamente que a concepção dos motores e dos carros é outra e a cilindrada é bem menor, mas os Formula também são equipados por motores de oito cilindros em V.

Com tamanho potencial, não faltam entusiastas que sonham em ter um bólido com mecânica V8 na garagem, seja para acelerar nas pistas, seja para curtir pelas ruas. Mas, infelizmente, os bons e velhos V8 estão em extinção – mas os “veoiteiros” ainda existentes se dividem em classes ainda mais específicas, definidas por montadora e, para os mais puristas, até pelo tipo de preparação. É uma rivalidade saudável, na maioria das vezes. No caso de Vanderlei Lomelino, sua preferência ficou nítida depois de sabermos de sua história com os motores V8: Mopar always!

A história do ótico de 42 anos, envolvido intensamente com Dodge desde a adolescência, chamou a atenção de nossa reportagem. Vanderlei, ou Delei, como é conhecido, possui quatro brinquedos de ascendência Chrysler na garagem de casa, um com a história mais interessante do que a do outro. Além de um Dodge Dart 1972 de 400hp, um Dodge Dart 1979, de uso misto, para as ruas e provas de arrancada, e este raro Plymouth Barracuda 1967 destinado ao uso nas ruas e em viagens. O quarto é um Dodge Charger 1975 Triple Black, com placa preta, todo original.

Quando ousamos perguntar qual dos quatro era o seu preferido para guiar, a resposta foi previsível: “Não tem um de que eu goste mais. Cada um tem sua exclusividade e seu motivo para eu ter me apaixonado, comprado e customizado”.

Confira a matéria completa na edição 86 da revista Hot Rods


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Wed Apr 25 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Venha fazer parte da equipe!]]>A Crazy Turkey Editora procura profissionais interessados na vaga de CONTATO COMERCIAL para trabalhar nas revistas da editora. Os interessados devem possuir carro próprio. Os currículos devem ser enviados para o e-mail:

vera@cteditora.com.br. Especifique no campo "assunto": CONTATO COMERCIAL.

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Mon Apr 09 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Ex-Dodge]]>A Ram 2500 está de volta ao Brasil. A nova versão, com motor 6.7L turbodiesel marca a estreia da marca Ram no país

Fotos: Divulgação / Chrysler

A Chrysler anunciou ontem (29 de março) que após um ano de ausência a Ram 2500 voltará ao mercado brasileiro. A picape é o primeiro lançamento da marca Ram, criada para abrigar caminhonetes e veículos comerciais do Grupo Chrysler.

O motor 6.7L diesel turboalimentado gera 310cv de potência a 3000 rpm e atinge 84,6 mkgf de torque a 1500 giros. O câmbio automático é de seis marchas.

Com quase seis metros de comprimento e mais de três toneladas de peso, a Ram 2500 -2012 possui espaço para seis pessoas. Itens como ar-condicionado automático com duas zonas de regulagem de temperatura, bancos de couro, seis airbags, controle de estabilidade (ESC), freio ABS e sistema de áudio MyGIG com tela sensível ao toque são alguns dos destaques da versão Laramie – única opção de venda. Fora da estrada a picape exibe suas habilidades. A tração 4X4 é uma delas. 

Em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e demais estados do sul do país, a Ram 2500 Laramie tem preço sugerido de R$149.900. Já nas regiões norte, nordeste e no estado do Espírito Santo, o preço de tabela é R$ 146.899.

 

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Fri Mar 30 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[FoMoCo 1940]]>Wed Mar 21 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Pisando bonito!]]>Wed Mar 21 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Rat Rods]]>Wed Mar 21 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Assoalho novo!]]>Wed Mar 21 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Sangue Mopar!]]>Wed Mar 21 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Amor pela gravatinha]]>Wed Mar 21 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[A família cresceu!]]> Picape F1 1948 ganha nova restauração e uma “irmãzinha”: uma Lambreta 1967

Texto: Flávio Faria
Fotos: Ricardo Kruppa

Velha companheira do empresário José Luiz Cestari, de 44 anos, esta Ford F1 1948 começou a mostrar sinais de cansaço há cerca de quatro anos. Antes disso, ela chegou a aparecer nas páginas de Hot Rods.

Sem medo de inovar, o empresário decidiu refazer a pintura e o estofamento. Mas, como todo amante de carros antigos sabe, não existem pequenas reformas. “Começaram a aparecer alguns sinais de desgaste e resolvi mudar, mas mal começamos a funilaria e percebi que apareceram muitos sinais de ferrugem, então mandei jatear e refazer tudo”, conta.

A decisão radical se mostrou acertada já que, depois de acompanhá-lo nas estradas por 10 anos, algumas partes estavam irrecuperáveis. “Tivemos de refazer a lataria em alguns pontos. Demoramos quase três anos só para terminar esta parte”, lembra. “Mas no final tudo valeu a pena”.

 A Lambreta citada no subtítulo desta reportagem é um capítulo à parte nessa história. “Comprei-a em um encontro em Santos em 2009. Estava restaurada, mas a minha ideia já era fazer como a picape”, conta.

A pintura da motocicleta foi feita no mesmo estilo da picape, mas pela oficina Jair Pinturas Especiais. Toda a restauração da Lambreta durou dois anos e compreendeu tanto a parte visual, quanto mecânica e elétrica. Hoje em dia ela é a fiel companheira da F1, sempre na caçamba. E não é que ficou um conjunto bacana?

Confira reportagem completa na edição impressa 85# que se encontra nas bancas

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Wed Mar 21 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Carnaval dos bons!]]> Zombie Walk abre evento em Curitiba, que teve 2ª edição do Rockabilly Motors Kustom Show e 1º Flamethrowers Contest

Texto: Victor Rodder

Durante o último feriado de Carnaval, Curitiba foi palco da 13ª edição do Psycho Carnival, evento que reúne os aficionados pela cultura Rockabilly, Psychobilly, Kustom e Hot Rod.

A festa começou já na quinta-feira e se estendeu até terça. Foram seis dias de shows noturnos e duas tardes de apresentações públicas no centro histórico da cidade. No domingo, aconteceu a Zombie Walk, marcha que reuniu, segundo informações da Polícia Militar, cerca de 4.500 “zombies”, 500 “caçadores de zombies” e pelo menos três hot rods, que acompanhavam a horda de mortos-vivos pelas ruas e calçadões da capital paranaense, além dos expectadores que, querendo ou não, acabavam fazendo parte da festa, com mais de 5.500 participantes. No final da “procissão”, cinco shows ao ar livre estavam programados, mas a chuva só deixou que três bandas se apresentassem.

Já na segunda-feira, a agitação começou cedo. Às 13h30, a banda “Gatos Feios”, do interior de São Paulo, subiu ao palco e deu início oficial à 2ª edição do Rockabilly Motors Kustom Show.

Confira reportagem completa na edição impressa 85# que se encontra nas bancas

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Wed Mar 21 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[ Vai encarar?]]> Dodge Dart 1977 não tem medo da concorrência: Propulsor 318, retificado e preparado, desafia os mais valentões. Com Junior “Cigano” dos Santos ao volante, fica ainda mais fácil

 

Texto: Vitor Giglio

Fotos: Ricardo Kruppa

Qualquer apaixonado por carros que cruzasse nas ruas um Dodge Dart Gran Sedã, modelo 1977, tentaria segui-lo o máximo de tempo possível para admirar as linhas, os detalhes, e o som gerado pela máquina.

Mas se, por acaso, ao seu lado estivesse um modelo conduzido pelo lutador de MMA Junior dos Santos, o Cigano, campeão dos pesos-pesados do UFC – Ultimate Fighting Championship – a reação de nove em cada 10 pessoas seria: com licença, me desculpe, mas o seu carro é espetacular, sabia?

E olha que não se trata de algo distante da realidade: O Dart 77 que ilustra essa reportagem pertence à Pretorian Hard Sports, empresa que desenvolve equipamentos específicos para esportes de contato, da qual Junior dos Santos é garoto-propaganda.

Enquanto a história do MMA data de meados dos anos 90, atingindo seu ápice nos dias de hoje, os primeiros passos deste modelo foram dados em 1972. Ele foi desenvolvido para atender às expectativas de consumidores mais exigentes. Apesar disso, a venda dos modelos Gran Sedã não acompanhou todo este “oba-oba” e ele saiu de linha em 1978, momento em que a Chrysler passou a se dedicar com mais afinco ao Charger R/T.

A estilização do modelo que ilustra esta reportagem foi encomendada à Garage Old School, de São Paulo, por Ruy Drever e Alexandro Bussi, da Pretorian. O serviço, que incluiu modificações tanto no aspecto visual, quanto nas acomodações internas e na mecânica, levou cerca de seis meses para ser concluído. “A intenção era deixá-lo com impressões mais robustas e agressivas”, conta Cosme Santos, da Garage Old School.

 

Quem fez: Garage Old School. Tel. (11) 7870-2334

www.garageoldschool.com.br

 

Confira reportagem completa na edição 85 da revista impressa que se encontra nas bancas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Wed Mar 21 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Modelo de volante]]>Tue Mar 20 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Quem não gosta de samba...]]>Thu Feb 23 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Dá um refresco!]]>Thu Feb 23 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Parabéns para mim!]]>Thu Feb 23 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Rato musculoso]]>Empresário paulistano monta projeto inusitado e transforma clássico muscle car americano em um rat de respeito

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

Antes de se transformarem em um estilo, os rat rods, e seus donos, sofreram muito preconceito. O nome, inclusive, é um trocadilho do termo hot rod com o termo rat - ratazana, em uma tradução liberal do inglês -, e era utilizado por puristas para classificar projetos com acabamento mais simples.

Antes, ninguém queria ter um rat, mas ao longo dos anos a vergonha se transformou em estilo e os projetos com visual simples e até desgastado caíram no gosto dos rodders. Empresário de São Paulo, Thiago Biazzi, de 31 anos, é um apaixonado por muscle cars que queria algo diferente para seu recém-adquirido Mustang Hardtop 1968.

“Quando o comprei, minha ideia era montar um clássico, mas percebi que ele seria apenas mais um. Então decidi montar um rat. Tenho quase certeza de que este é o único do Brasil”, conta o empresário. O fato de ser um Mustang torna o projeto ainda mais especial, pois normalmente os “ratos” são montados a partir de modelos Ford do início da década de 30.

Veja o restante da matéria na edição 84 da revista Hot Rods

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Thu Feb 23 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Street Mopar]]>Advogado paulistano importa Dodge Dart 1971 com motor de 360 polegadas cúbicas para competir na categoria Extreme 10,5” (XTM) de arrancada

Texto: Arnaldo Bianco Filho
Fotos: Augusto Padeiro

O advogado José Santiago Cordeiro, 35 anos, morador da cidade de São Paulo (SP), sempre sonhou em ser piloto e hoje corre em várias modalidades do automobilismo.

Para participar das provas de arrancada, ele trouxe para o Brasil um excusivo Dodge Dart Swinger ano 1971. A paixão por motores V8 surgiu quando Cordeiro foi morar fora do país. Na terra dos muscle car, Santiago trabalhou como policial e para patrulhar era “obrigado” a dirigir um Chevrolet Caprice V8. Isso sim é trabalho prazeroso!

Confira a matéria completa na edição 84 da revista Hot Rods

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Thu Feb 23 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Brinquedão “drag style”]]> Dono desta F100 há 24 anos, comerciante de São Paulo customiza totalmente a picape, com direito a conjunto mecânico com mais de 300cv e pneus de arrancada

Texto: Flávio Faria
Fotos: Ricardo Kruppa

A Ford F100 é um dos veículos mais charmosos já fabricados. E chama a atenção principalmente das crianças. Pode perguntar para qualquer dono de uma picape como essa, se os pequenos não torcem o pescoço na rua para olhar. É, também, um dos carros mais reproduzidos em brinquedos e miniaturas como Hot Wheels, Matchbox e similares, sempre com cores berrantes, como amarelo ou vermelho, personalizações agressivas, pneus largos...  Enfim, detalhes que dão à picape uma agressividade que não veio de fábrica.

Veja a matéria completa na edição 84 da revista Hot Rods

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Thu Feb 23 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Exposição de Calhambeques]]>Entre os dias 16 e 26 de fevereiro o Clube do Automóvel Antigo de Franca oferece entretenimento e informação aos visitantes do shopping

O Franca Shopping recebe de 16 a 26 de fevereiro a Exposição de Calhambeques na Praça Central, promovida em parceria com o CAAF (Clube do Automóvel Antigo de Franca).

Os visitantes poderão conferir os modelos Nash Lafaette, de 1936, Ford Modelo A, de 1928, Ford Modelo A, de 1929, Caminhão Ford, de 1929, Chevrolet Phaeton, de 1926 e o Ford Modelo A, de 1929, Hot Rod com modificações esportivas para corrida.

Os veículos serão dispostos sobre tapetes na Praça Central do Shopping, com displays de acrílico contendo informações de cada veículo. Para fornecer informações e interação informativa com o público, uma promotora e os colecionadores estarão diariamente no local.

Em janeiro, a cidade de Franca também recebeu a primeira “Pé na Tábua – Corrida de Calhambeques”. A pista para essa competição foi o Speed Park, um pequeno autódromo que conta com uma estrutura profissional para eventos de velocidade. O evento contou com a participação de 4 a 5 mil pessoas e, também, do tricampeão mundial de Fórmula 1, Nelson Piquet, que correu com seu Lincoln 1927. Dois automóveis premiados na corrida também participarão da exposição.

O Clube do Automóvel Antigo de Franca conta com cerca de 80 associados e promove eventos que resgatem a história do país. Ele foi fundado em 1998 e o atual presidente é Gil Biasoli.

A Exposição de Calhambeques funcionará de segunda a sábado das 10h às 22h e aos domingos e feriados das 12h às 20h. O Franca Shopping está localizado na Avenida Rio Negro, 1.100 – Jd. Roselândia.

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Thu Feb 23 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Venha fazer parte da equipe!]]>Tue Feb 14 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Velhinhos livres! ]]>Automóveis de coleção e fabricados até 1965 estão isentos do Programa de Inspeção e Manutenção de Veículos de São Paulo

Texto: Da Redação/Foto: Ricardo Kruppa

O Diário Oficial da Prefeitura de São Paulo publicou em sua edição de 31 de janeiro último resolução que isenta da inspeção veicular obrigatória os veículos cujo ano de fabricação seja igual ou abaixo do ano de 1965.

A mesma norma isenta da inspeção obrigatória também os veículos de coleção e veículos concebidos unicamente para aplicações de competição.A decisão atende a reivindicações de proprietários de veículos cuja fabricação ocorreu em uma época em que não havia tecnologias disponíveis para e redução de poluentes. 

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Fri Feb 10 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Fábrica de Hots]]>Fri Jan 27 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Ford Coupé 1941]]>Fri Jan 27 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Lenda Viva!]]>Fri Jan 27 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Garage Tech]]>Fri Jan 27 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Martelinho de Ouro]]>Fri Jan 27 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Expectativa Suprida!]]>Fri Jan 27 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Sedã para Coupé]]> Empresário de Curitiba transforma Ford 37 sedã quatro portas em um coupé três janelas com mecânica V6 moderna

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

Assim como os carros de hoje em dia, que saem de fábrica em versões sedã, perua e até caminhonete, utilizando a mesma plataforma, com os modelos de antigamente não era diferente.

Com o mesmo conjunto de chassi, motor e câmbio, era possível criar carros esportivos ou familiares, duas ou quatro portas, apenas modificando a carroceria. Este Ford 1937 chegou, em 2007, às mãos do empresário curitibano Sérgio Reinaldin, de 44 anos. À época, o carro tinha um visual um pouco diferente.

A carroceria era original, em lata, do modelo sedã duas portas, mas Reinaldin tinha em mente algo um pouco mais agressivo e esportivo. “A partir da carroceria original criei um modelo coupé três janelas”, conta o empresário, que decidiu utilizar a plataforma mecânica e o chassi da SUV Ford Explorer para acomodar a carroceria do 37. Essas adaptações foram um verdadeiro desafio para Reinaldin, que fez praticamente todo o trabalho na sua oficina. Depois de um ano de muito trabalho, o resultado surpreendeu.

Nova traseira

Um dos maiores desafios que o empresário enfrentou durante a construção foi com relação à parte traseira da carroceria, diferente nos modelos sedã e coupé. “Essa foi uma das maiores dificuldades que eu tive, mas como sempre fui fã do modelo coupé, decidi criá-lo”, afirma Sérgio, que também não teve uma vida fácil ao escolher o Ford Explorer como base para a carroceria do 37.

Confira a reportagem completa na área reservada para assinantes ou na edição 83 da revista Hot Rods

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Fri Jan 27 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Patinho Feio?]]>Oficina paulistana renega Ford F-100 1968 durante anos, mas volta atrás e dá à picape nova mecânica e acessórios

Texto: Vitor Giglio
Fotos: Ricardo Kruppa

Por mais que digam que a beleza é subjetiva, é preciso admitir que, em alguns casos, a impressão que se tem sobre algo é quase uma unanimidade. Pelo menos é o caso desta Ford F-100 1968 com frente quadrada. A picape foi adquirida pela oficina paulistana Garage Old School em Pirassununga, interior do estado, onde se encontrava com a mecânica original em péssimo estado e a pintura só no primer.

No entanto, logo que encostada na oficina da Garage, ela lá ficou esquecida por anos. O motivo? Todos os profissionais da equipe a achavam muito feia. E as piadas com relação à estética da picape iam aos poucos pautando o ambiente de trabalho por lá. “Não vamos gastar dinheiro com esse caminhão de vender cândida, não é?”, conta Cosme Santos, um dos profissionais da oficina, lembrando do tempo em que o modelo era tratado como o “patinho feio” da coleção.

Mas será que o pessoal da Garage School mudou de ideia e por este motivo ela passou por um processo de customização? Não exatamente. “Na verdade ela estava é ocupando muito espaço e atrapalhando outros serviços, foi então que decidimos, finalmente, colocá-la para andar”, lembra Cosme, responsável pelo serviço ao lado de Marcos Garroti.

Sai o 272 entra o 318

O renascimento da F-100 teve início pela mecânica, até então maltratada. O motor Ford 272 foi aposentado e substituído por um Dodge 318. O motor foi feito, e conta com pistões maiores e comando mais bravo. As novas tampas de válvula são da Edelbrock.
A mesma marca assina também um carburador 600, e o câmbio adotado é um três marchas Dodge na coluna que, por sua vez, permanece original.

Confira a reportagem completa na área reservada para assinantes ou na edição 83 da revista Hot Hods

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Fri Jan 27 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Clássico Artesanal]]>Dodge Dart 1976 chega aos 380 cv. Proprietário preparou motor com receita própria e colaboração do irmão e da esposa

Texto: Bruno Bocchini
Fotos: Igor Drawanz

A paixão por carros V8 talvez seja mais exaltada nos Estados Unidos, mas o fato é que os brasileiros também parecem carregar o espírito da adrenalina diante de preparações radicais. Igor Drawanz, 31 anos, empresário e engenheiro mecânico do Rio Grande do Sul, é um destes que apreciam o bom e velho motor. Na verdade, nem tão velho assim. “Desde criança eu sonhava em ter um carro V8. Antes eu só falava em Maverick, mas fui descobrindo outras marcas e foi com os modelos da Mopar que eu me identifiquei”, relata Drawanz.

Mas a história deste “Dojão” não começa com Igor. Em 2006, Eric Drawanz, 29 anos, encontrou na internet um Dodge Dart 1976 em que faltava 50% das peças. A aparência do carro era assustadora. Eric decidiu fazer uma surpresa para o irmão mais velho e comprou o automóvel. “Quando o carro chegou diziam que eu estava ficando louco. Mas eu sabia do meu potencial e força de vontade em começar um projeto do zero”, explica Igor.

A cada peça que Drawanz desmontava do Dodge, mais surpresas apareciam. A mecânica estava boa, o motor recém feito estava com quilometragem baixa e este foi um ponto positivo na compra. A partir desse período, o monobloco e as aberturas ficaram na funilaria por seis meses. Era o início da montagem e o desafio para Igor.

Confira a reportagem completa na área reservada para assinantes ou na edição 83 de Hot Rods que já está nas bancas!

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Fri Jan 27 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Garage Tech]]>Mon Dec 19 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Cultura Hot]]>Mon Dec 19 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Força e Elegância]]>Mon Dec 19 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Period Correct]]>Mon Dec 19 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Fora de série]]>Mon Dec 19 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[O brilho dos antigos]]> Primeira edição do salão dedicado a veículos antigos de São Paulo tem leilão de raridades e desfile de máquinas célebres

Texto: Da Redação
Fotos: Ricardo Kruppa
 
O Salão Internacional de Veículos Antigos (SIVA), que aconteceu entre os dias 24 e 27 de novembro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, comprovou o que os fãs de carros raros já perceberam há um bom tempo: o antigomobilismo é muito mais que um hobby, é também um excelente negócio. Além da exposição, o evento promoveu um leilão de antigos com 85 veículos. Foram arrematados 21 dos 85 carros ofertados, totalizando 2 milhões de reais em volume de negócios gerados apenas no leilão.

Em sua primeira edição, o SIVA trouxe desde os fornecedores de peças, acessórios e oficinas de restauração, até os grandes colecionadores e a participação de cerca de 20 clubes de todo o país. Os mais de 21 mil visitantes conheceram as histórias e curiosidades de quase 300 veículos expostos e leiloados no evento.

O público também conferiu uma programação cultural cheia de homenagens aos marcos da indústria automobilística mundial. Este ano, a Rolls-Royce comemora os 100 anos de criação de um dos seus símbolos mais importantes: a Dama Voadora. A estatueta, também conhecida como “Spirit of Ecstasy”, adorna a frente dos carros da marca e foi idealizada para representar duas qualidades do veículo: silêncio e velocidade.

O evento promoveu ainda uma homenagem aos 50 anos do seriado “O Vigilante Rodoviário”, série que se tornou um dos maiores sucessos da TV brasileira na década de 60. O SIVA também comemorou os 125 anos da criação da Mercedes-Benz e premiou os melhores carros expostos no evento, entre 32 marcas nacionais e importadas.

As montadoras Fiat e Mercedes-Benz também prestigiaram o Salão Internacional de Veículos Antigos. Oito veículos raros foram expostos pelo Mercedes Clube do Brasil, com destaque para os modelos 300SL Asa de Gaivota e 190SL, que foi usado pelos atores Frank Sinatra e Grace Kelly. Já o carro Fiat/NSU 1961  atraiu a atenção dos visitantes.

Confira a matéria completa na edição 82 da revista Hot Rods

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Mon Dec 19 00:00:00 GMT-03:00 2011
<![CDATA[Padrão de qualidade]]>Texto: Bruno Bocchini
Fotos: Ricardo Kruppa

Pilotos renomados e um cenário surpreendente evocam o espírito da arrancada em Las Vegas


Emoção, adrenalina e velocidade de arrepiar qualquer turista. A etapa da NHRA - National Hot Road Association, ocorrida na primeira semana de novembro em Las Vegas, nos Estados Unidos, mostrou o poder de reunir grandes pilotos e equipes empenhadas.

Del Worsham e Matt Hagan correram para seu primeiro NHRA Full Throttle Drag Racing Series – eles já haviam conquistado títulos de campeões mundiais.
Veterano piloto, Worsham foi coroado com a temporada de Top Fuel e Hagan vingou o desempenho da temporada passada, quando foi vice-campeão, obtendo o título na funny car.

Greg Stanfield (Stock Pro) e Andrew Hines (Pro Moto Stock) também foram os vencedores da corrida da temporada, terminando na contagem regressiva do acelerador NHRA total para o campeonato, no histórico Auto Club Raceway em Pomona.

Worsham ficou com o campeonato Top Fuel de forma dramática pela série Challenger Edging. Ele passou a reivindicar sua oitava vitória da temporada e 33 de sua carreira. Worsham alimentou seu Al-Anabi e garantiu uma corrida de 3,796 segundos em 318,02 mph para terminar à frente da máquina de Tony Schumacher, do Exército dos EUA, que colocou um 3,799 a 321,50 mph e foi para a temporada sem vitórias pela primeira vez desde 2001.

"A rodada semifinal foi a maior da minha carreira de 21 anos, na medida do que estava em jogo", disse Worsham. "Spencer Massey é um grande competidor. Era tão perto, eu não sabia se eu tinha ganhado. Quando vi as câmeras ESPN vindo para mim, fiquei sem palavras.”

Brasileiro também foi destaque
Pela primeira vez na história da competição, um piloto brasileiro venceu uma prova de Drag Race nos Estados Unidos. Sidnei "Grandão" Frigo, que mora em Itatiba, no interior de São Paulo, ganhou a disputa na arrancada que ocorreu em agosto. Disputando as etapas da Lucas Oil na NHRA (National Hot Road Association) pela Artivinco Racing, o piloto venceu a prova realizada na ZMax Dragway, pista que fica em Concord-Charlotte, na Carolina do Norte.

Gostou? Confira o restante da matéria na edição 82 da revista Hot Rods

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Mon Dec 19 00:00:00 GMT-03:00 2011
<![CDATA[Espírito Rodder ]]>Frio intenso, chuva...nada foi capaz de impedir a reunião de aficionados em Charlotte, Estados Unidos, em mais uma edição da Associação Good Guys


Texto: Vitor Giglio

Fotos: Ricardo Kruppa

É preciso admitir que, desta vez, não foi nada fácil. Quando a equipe da revista Hot Rods chegou ao aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), no dia 27 de outubro, os termômetros registravam uma temperatura típica para a época do ano na cidade, 25º C.

Algumas horas depois, ao desembarcar em Nova York, escala para o destino final, a neve já anunciava o que estava por vir: relógios marcando 1º C (temperatura da mesma maneira típica para o inverno na região nordeste daquele país).

E quando todos acreditaram que as dificuldades já tinham sido ultrapassadas, uma nova surpresa acometeu a equipe na chegada ao Charlotte Speedway, na Carolina do Norte, onde aconteceria o 18º Southeastern Nationals, o motivo principal da viagem: garoa fina, temperatura abaixo de zero grau, e uma dúvida assustadora: será que aconteceria o evento ou as condições climáticas afastariam os rodders da região?

A resposta para esta pergunta está nas imagens que você acompanha nessa reportagem. Mesmo antes do clima se estabilizar no dia 28 de outubro, primeiro dia de evento, o pátio do autódromo já havia sido tomado por aficionados precavidos com cachecóis, mantas e agasalhos utilizados apenas nas condições de tempo mais rigorosas.

Ao longo dos três dias de encontro, mais de 2.500 veículos passaram pelos portões do Charlotte Speedway. E a equipe de Hot Rods, na ocasião composta por Ricardo Kruppa, editor da revista, Ricardo Puerta, diretor da Crazy Turkey Editora, e Nivaldo Reigada, um aficionado por automobilismo, esteve lá em tempo integral, conversando com as figuras mais emblemáticas e fotografando os mais charmosos veteranos que por ali desfilaram.

Uma peculiaridade do evento de Charlotte é a característica dos hot rods lá vistos. Ao contrário dos eventos da Califórnia, onde visivelmente os rodders são mais puristas, na Carolina do Norte, são vistos aos milhares hot rods mais ousados, enfeitados, adornados, que entram em uma categoria que que poderia ser chamada de hot tuning.

Outras atrações
O famoso mercado de pulgas também teve seu espaço. Milhares de peças antigas e réplicas foram comercializadas.

Confira a matéria completa na edição 82 da revista Hot Rods

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Mon Dec 19 00:00:00 GMT-03:00 2011
<![CDATA[Sema Show 2011]]>Tue Nov 29 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Chevy 1938]]>Agressivo, chamativo e fascinante

Chevy sedã 1938 se transforma em picape com visual moderno e motor V6 injetado

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

Apesar de todas as regras que permeiam a construção de um hot rod clássico, alguns rodders gostam de ir além e criar projetos diferenciados, únicos. O industriário curitibano Luiz Fernando Bunik, de 49 anos, tem um gosto bem eclético quando se trata de hot rods. Na última edição mostramos o seu irretocável Ford Tudor 1929, com visual “street” bem próximo do original e empurrado por um belo V8 302 carburado debaixo do capô. Este mês trazemos um projeto que foi para o caminho oposto, completamente modificado e com motorização seis cilindros injetada. Embora tenha sido adquirida praticamente pronta por Luiz em 2009, a picape deu muita dor de cabeça com a parte mecânica e só ganhou as ruas há pouco tempo. “Ela estava quase pronta, só faltava montar o interior e colocar o motor para funcionar, que foi a parte mais difícil por um problema na eletrônica”, contou Luiz.

Olhar moderno

Do Chevy sedã 1938 que deu início ao projeto não restou quase nada. O chassi original foi trocado por um modelo da Isuzu. A suspensão dianteira tem regulagem de altura e na traseira foi feita do tipo four link.

A modificação da carroceria não foi ideia de Luiz. Quando o industriário comprou a picape, todo o visual externo já estava pronto e ele decidiu mantê-lo. “Os créditos pelas modificações são todos do antigo proprietário, um grande amigo meu”, afirma Luiz. A pintura também foi ideia do antigo dono, produzida pela oficina AC3, de Curitiba. Os flames ficaram a cargo de Dalberto “Dal” Brozosky, customizador de Curitiba.

Confira reportagem completa na edição 81 que se encontra nas bancas ou na área reservada para assinantes.

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Tue Nov 29 00:00:00 GMT-03:00 2011
<![CDATA[Encontro]]>Tue Nov 29 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Malibu 1968]]>Restauração em quatro passos

Advogado de Curitiba adquire Malibu 68 e realiza restauro meticuloso com direito a motorização V8 350”

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

Os muscle cars são parte de uma cultura quase à parte do movimento hot rod. Diferentemente de outros tipos de projeto, normalmente os muscles recebem restaurações bem próximas do original, porque o espírito esportivo nestes carros já vem de “berço”. Adquirido em 2006 por um advogado curitibano que não quer ser identificado, este Malibu chegou como uma oferta de ocasião. “Eu tinha um Fusca 1959, um dos primeiros modelos a chegar ao Brasil, praticamente todo original. Quando estava no fim do trabalho, o restaurador me ofereceu este Malibu. Quando vi o carro não tive dúvidas, entreguei o Fusca e mais uma soma em dinheiro em troca dele. Era um carro muito íntegro, tanto no visual, quanto interior e mecânica”, afirma o advogado. Um detalhe curioso sobre este modelo é que ele une a forma de um coupé com o espaço e conforto de um sedã, como os Cadillacs e Lincolns. “Dá para dizer que é um híbrido, pois tem ao mesmo tempo a aparência e a mecânica forte de um muscle car, com o conforto de um sedã quarto portas. Os bancos parecem um sofá, acomodam tranquilamente três na frente e mais três atrás, todos com cinto de segurança. Além disso, pelo que tenho visto por aqui, este parece ser um modelo mais raro”, comenta o orgulhoso proprietário.

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Tue Nov 29 00:00:00 GMT-03:00 2011
<![CDATA[Ford 1937]]>Um trabalho para corajosos

Restauração de Ford 1937 coupé conversível não foi das mais fáceis, mas sem dúvida valeu a pena. Confira!

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

Quem hoje vê o aposentado Mauri Todeschi, de 65 anos, passeando por Curitiba com seu Ford Coupé 1937 não faz ideia dos maus bocados que ele passou para colocar este verdadeiro clássico nos eixos. A história de Mauri com o Ford 37 começou há mais de 50 anos, quando o pai dele adquiriu um modelo desse tipo. A paixão de garoto atravessou a vida inteira, até que o seu caminho voltou a cruzar o do Ford há cerca de quatro anos, na oficina de um amigo. Sem pensar duas vezes ele adquiriu o “carro”, se é que poderia ser chamado assim. O que Mauri comprou, na verdade, foi um monte de peças e partes em lata. “Na hora cheguei a pensar que eu era muito corajoso por encarar essa pedreira’”, comenta o funcionário público, que já sabia que teria muito trabalho pela frente. “Não tínhamos condição nem de saber quais peças faltavam”, lembra.

Apesar da experiência que já tinha adquirido com outros projetos (ele é dono também de um modelo Chevy 1942 com mecânica moderna), era óbvio que este trabalho seria muito mais complicado. O aposentado, porém, não desanimou e decidiu ir em frente. O trabalho de restauração demorou pouco mais de três anos e hoje mostra que o objetivo de conseguir um carro bom de dirigir e com aspecto original foi plenamente alcançado.

Com ou sem capota?

Segundo Mauri, a ideia do antigo proprietário era fazer um carro sem capota. Mas o aposentado resolveu manter seu projeto, de fazer um hot com ares de original, e aceitou o desafio de adicionar uma cobertura. “Fui atrás de peças em ferro-velho, outras eu mesmo fiz, e deu um grande trabalho para fazer funcionar bem, mas o resultado ficou muito bom”, avalia o proprietário, que também escolheu uma cor mais sóbria para a carroceria, para valorizar o aspecto original. As rodas são do Mercury 1947, de 15”, com calotas cromadas, montadas em pneus 220/70.

A parte de dentro da cabine é bem simples e sem grandes aspectos chamativos, mas feita com muito bom gosto. O painel foi pintado como se fosse feito de madeira envernizada. A instrumentação é toda da Auto Meter, de uma linha especial para hot rods. O volante é estilo banjo, um clássico dos projetos de hot. A alavanca de câmbio é original do Ford 37 e os bancos são do Fiat Tempra, revestidos com couro.

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Tue Nov 29 00:00:00 GMT-03:00 2011
<![CDATA[Sema Show]]>Thu Nov 03 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Passeio]]>Thu Oct 27 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Ford Tudor 1929]]>Thu Oct 27 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Malibu SS 1970]]>Thu Oct 27 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[História]]>Thu Oct 27 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Ford F-100 1959]]>Thu Oct 27 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Cultura Hot]]>Thu Oct 27 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Plymouth 1955]]>Lobo em pele de rato

Restaurador curitibano monta “ratoeira” a partir de um raro Plymouth Belvedere 1955 que gera 450cv de potência

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

Apesar de ser um conhecido restaurador de carros e motos na cidade de São José dos Pinhais (PR), município da região metropolitana de Curitiba, Josemar de Oliveira, o Finho, de 32 anos, até pouco tempo atrás não tinha um hot na sua garagem. “Eu já tinha montado mais de 20 carros para clientes, já estava na hora de ter o meu”, afirma o restaurador, que havia alguns anos estava de olho em um diamante bruto que estava jogado no tempo a algumas quadras da sua casa: um Plymouth Belvedere 1955. “Eu já tentara comprar este carro há algum tempo, mas nunca dava certo. Um ano após eu desistir o dono me falou que precisaria vendê-lo e que queria que ele ficasse com alguém que o fizesse andar novamente. Depois de brigarmos um pouco pelo preço, acabamos fechando negócio e fui na mesma hora buscar o carro”, lembra o restaurador.

O estilo rat rod adotado no visual do Plymouth foi praticamente acidental e um pouco culpa da ansiedade de Finho. “Devido à demora comum nas oficinas de funilaria e pintura, optei pelo estilo rat, para terminar o carro mais rapidamente”, comenta o proprietário.

Do luxo, ao lixo, ao rato

Criado pela Plymouth, uma subsidiária da montadora norte-americana Chrysler, o Belvedere tinha como objetivo fazer frente ao Bel Air na categoria de “carros de luxo acessíveis” que se criava na época. Não conseguiu, embora tenha ganhado uma legião de admiradores ao longo dos anos.

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Thu Oct 27 00:00:00 GMT-03:00 2011
<![CDATA[Lakester]]>Garanhão selvagem

Feito em fibra e empurrado por um V8 Y-block, Lakester de Curitiba tem uma relação peso x potência capaz de fazer a os pneus destracionarem nas aceleradas mais vigorosas

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

Nos anos 50, quando os hots ainda disputavam corridas nos lagos de sal, a busca dos rodders era por um bom equilíbrio entre peso e potência. Para conseguir este efeito, os carros eram praticamente “depenados”. Tudo que não fosse funcional saía de cena. Na época, a única opção de carroceria que se tinha era a dos carros originais, em lata. Hoje, com as carrocerias em fibra, ficou mais fácil montar um carro leve. Contudo, essa pode ser uma faca de dois gumes, uma vez que, com pouco peso, o carro tende a perder tração. No caso do Lakester do representante comercial curitibano Renê Dias, de 32 anos, quem se dispuser a dirigi-lo deve ter consciência na tocada.

“O carro é bastante arisco, não dá para abusar muito”, comenta Renê, que há um bom tempo tinha planos de montar um hot, mas que resolveu tirar o projeto do papel apenas no fim do ano passado. “Como sou muito próximo dos rodders de Curitiba, inclusive dos organizadores do Curitiba Rodsters, sempre vivi cercado por carros antigos, e a paixão surgiu naturalmente. Mas como é normal, a gente sempre vai deixando para depois, até que ano passado eu resolvi finalmente montar o meu carro. Já tinha o projeto inteiro na cabeça e até algumas peças em casa”, conta. Mas antes, um esclarecimento: não existe um carro chamado Lakester, é um modelo de conversível da década de 30 criado a partir de um Willys 1927 quatro portas, mas com dimensões reduzidas e com algumas diferenças de formato.

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Thu Oct 27 00:00:00 GMT-03:00 2011
<![CDATA[Técnica]]>Tue Sep 27 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Feira de antigos]]>Tue Sep 27 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Picape Ford alumínio]]>Tue Sep 27 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Good Guys Pleasanton]]>Tue Sep 27 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Good Guys Columbus]]>Tue Sep 27 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Encontro de antigos]]>Tue Sep 27 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Bel Air 1955]]>Tue Sep 27 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[História]]>Tue Sep 27 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Ford Tudor 1931]]>Tue Sep 27 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Lincoln Zephyr 1942]]>Tue Sep 27 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Plymouth 1929]]>Wed Aug 24 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Expoclassic 2011]]>Wed Aug 24 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Hots bombando!]]>Wed Aug 24 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Vocabulário Hot Rodding]]>Wed Aug 24 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Chevy e Ford 1948]]>Wed Aug 24 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Yes, we can!]]>Wed Aug 24 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Good-Guys]]>Wed Aug 24 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Ford F1 1951]]>Wed Aug 24 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Funilaria]]>Wed Aug 24 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Novidade]]>Fri Aug 12 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Encontro de Kombis]]>Thu Aug 04 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Salão Internacional]]>Thu Aug 04 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Cultura Hot]]>Fri Jul 22 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[História]]>Fri Jul 22 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Impala 1965]]>Fri Jul 22 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Especial]]>Fri Jul 22 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Ford 1937]]>Máquina de fazer amigos

Há oito anos, empresário de São Paulo vive de realizar os próprios sonhos, para depois vendê-los

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

Não são raros, aqui na Hot Rods, os casos de pessoas que transformam a paixão por hots em profissão. Elas vivem o sonho de todos nós, que todos os meses acompanhamos os melhores projetos do Brasil e do mundo nas páginas da revista. Este é o caso, também, do proprietário deste Ford 1937.

Oito anos atrás, desempregado, o atual empresário Antonio Marin, de 50 anos, não imaginava que o seu hobby se tornaria um meio de vida. “Eu reformei um carro antigo, um amigo meu gostou e comprou. Então comprei outro carro, reformei, outro amigo quis comprar, e eu vendi. O negócio acabou aparecendo por acaso”, conta o atual proprietário da Marin Olds (www.marinolds.com.br). Marin define seu negócio da seguinte forma: “É um hobby, uma máquina de fazer amigos e, por último, uma fonte de renda”. Completa o empresário: “No meu trabalho eu realizo os meus sonhos, para depois vendê-los aos outros”.

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Fri Jul 22 00:00:00 GMT-03:00 2011
<![CDATA[Fiat 508 Ballila]]>Tariffa minima

Modelo 1932 da Fiat, o Ballila foi um símbolo do início do fascismo italiano. Este, restaurado como um hot em Curitiba, é um dos únicos do Brasil

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

Um modelo extremamente raro no Brasil e no mundo, o Fiat 508 Ballila, de 1932, teve seu projeto concebido na época de formação do estado fascista de Benito Mussolini, na Itália entre-guerras. O momento histórico de crises econômicas foi um dos grandes responsáveis pelo apelo “popular” do projeto.

Adquirido em 2003 pelo empresário Antonio Helio Nunes, de 59 anos, residente em Curitiba (PR), o Ballila fotografado por Hot Rods estava completamente desmontado quando foi comprado. Foram necessários sete anos de muito trabalho para se chegar ao nível em que está hoje, com o visual completamente restaurado e parte mecânica moderna e potente.

“T” italiano

Lançado na Fiera Campionaria di Milano, o “Salão do Automóvel” italiano daquela época, o Ballila era um investimento da Fiat no mercado de carros mais acessíveis, uma vez que seus modelos sofisticados feitos até então já encontravam barreiras para driblar a crise econômica que assolava o país no início dos anos 30 do século passado. Por essa característica, e por ter um conjunto mecânico econômico – fazia 12,5 quilômetros com um litro de combustível -, o Ballila foi apelidado na época como Tariffa Minima, ou Tarifa Mínima, “preço baixo”, em uma tradução liberal.

Inicialmente, o modelo chegou com três tipos de carroceria, todas produzidas tomando como base o modelo “T”, da Ford, que já tinha um apelo bastante popular: o 508 Torpedo, um conversível de quatro portas; o Spider, um roadster de dois lugares, mais esportivo, e o mais discreto dos três, sedã de quatro lugares, batizado de Berlina. O modelo restaurado por Antonio é deste último tipo, embora não parecesse quando foi comprado.

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Fri Jul 22 00:00:00 GMT-03:00 2011
<![CDATA[Encontro de autos antigos]]>Uma volta pelo passado

O XVI Encontro de Autos Antigos transporta visitantes ao passado em envolvente passeio pelas ruas de Águas de Lindóia, em SP

Texto: Natália Inzinna

Fotos: Ricardo Kruppa

Uma vez ao ano, a cidade de Águas de Lindóia, em São Paulo, é transportada ao passado. E caminhar pelo centro da pequena cidade é como fazer uma visita nostálgica às ruas de antigamente. Isto acontece porque um evento toma conta do lugar: é o Encontro de Autos Antigos, que completou 16 anos em 2011 e reúne centenas de automóveis antigos.

Neste ano, a XVI edição do encontro aconteceu entre os dias 23 e 26 de junho e contou com 600 expositores. Número expressivo, se considerarmos que no início de sua história, em 1996, o evento recebeu 180 expositores e 35 mil visitantes. O crescimento do Encontro de Autos Antigos de Águas de Lindóia fez com que este se tornasse o maior evento do segmento na América Latina – o parque de diversões de apaixonados pela história e beleza dos carros antigos.

Raros e especiais

E, claro, entre clássicos de todos os tipos, não faltaram Hot Rods, representados por, aproximadamente, 100 carros. Em um espaço exclusivo, foram vistos diversos estilos: Street, Muscle, Picapes, Ratos, Pony Car e outros. O destaque ficou por conta do Roadster 1932, de Curitiba, com mecânica 302 oito cilindros e cabeçote em alumínio.

Confira reportagem completa na edição 77 de Hot Rods ou na área reservada para assinantes.

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Fri Jul 22 00:00:00 GMT-03:00 2011
<![CDATA[Encontro mundial]]>Wed Jul 13 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Antigomobilismo]]>Wed Jul 06 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Pink Floyd em Goodwood]]>Fri Jul 01 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Fuscamaníacos]]>Wed Jun 29 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[À antiga]]>Wed Jun 29 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Antigomobilismo]]>Wed Jun 29 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Goodwood]]>Wed Jun 29 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Móveis temáticos]]>Sofá réplica do Chevrolet Belair 1957 é um dos destaques da Certas Coisas Vintage. Loja oferece diversas opções em objetos vintage

Texto: Da Redação

Fotos: Divulgação

A loja Certas Coisas Vintage oferece uma infinidade de objetos retrô, incluindo móveis e peças de decoração. Entre os destaques está o Sofá Belair, que retrata a traseira do Chevrolet Belair 1957. Em diversas cores (sob consulta), o móvel sai por R$ 4.200 e está disponível para compra na loja fisica ou virtual.

Na Certas Coisas Vintage há diversas opções de peças para os amantes do estilo vintage. Esse estilo retrata uma retrospectiva de modismos dos anos 1920, 30, 40, 50 e 60. A moda pin-up também provém deste conceito e tem resgatado tecidos, objetos e roupas de décadas passadas. Apesar do vintage transparecer uma moda que se utiliza do velho, do antigo, muitos objetos são feitos apenas com o estilo, mas são novos e se mostram em perfeito estado de uso.

A loja atende um público que aprecia peças exclusivas, produtos com muito estilo, nacionais e importados. Os objetos foram inspirados em temas como Coca-Cola, Harley-Davidson, Indian, Marilyn Monroe, Elvis, Mustang 1967, Lambreta, bombas de gasolina e carros antigos.

Certas Coisas Vintage

Rua Rocha Pombo, 843, Juvevê, Curitiba (PR)

Tel: (41) 3359 1960

http://certascoisasvintage.com.br

Email: contato@certascoisasvintage.com.br

Twitter: @CertasCoisasV

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Mon Jun 27 00:00:00 GMT-03:00 2011
<![CDATA[Arte em Lindóia]]>Wed Jun 22 00:00:00 GMT-03:00 2011<![CDATA[Maior e melhor]]>Tue Jun 21 00:00:00 GMT-03:00 2011