Revista Hot Rodshttp://www.revistahotrods.com.br/hotrods/Revista Hot Rods<![CDATA[America Parts Encontro]]>2013-05-23<![CDATA[Santa Catarina Custom Show 2013]]>2013-05-13<![CDATA[Paulitália Classics]]>2013-05-13<![CDATA[Encontro dos clássicos]]>2013-05-09<![CDATA[Três vivas para o Viva!]]>2013-04-23<![CDATA[Beato Salu]]>2013-04-23<![CDATA[Ele me escolheu...]]>2013-04-23<![CDATA[Novo lar, doce lar]]>2013-04-23<![CDATA[Dodgeiro incorrigível]]>2013-04-23<![CDATA[Caminho das pedras]]>2013-04-23<![CDATA[Rock and Roll, Monstros e Kustom Kulture]]>2013-03-21<![CDATA[Impecável!]]>Customização de Chevrolet Apache 1959 mantém pontos fortes da picape e realiza upgrades apenas onde era necessário

Texto: Vitor Giglio

Fotos: Ricardo Kruppa

A Chevrolet Apache é uma evolução das picapes Task Force, da GM, lançadas em 1959. O primeiro modelo que recebeu este nome foi desenvolvido em 1958, e este acabou recebendo apenas uma segunda versão, em 1959, já que a produção desta série foi, na sequência, descontinuada.

O modelo que ilustra esta reportagem, um exemplar 1959, foi fotografado por nossa equipe durante um evento da Associação Good Guys que aconteceu em Charlotte, nos Estados Unidos, no final do ano passado.

Confira a matéria completa na ediçao #97 da HotRods

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2013-03-20
<![CDATA[Versátil e seguro]]>Ford 1937 feito pela Hot Custons para paulistano foi pensado para rodar sempre que o proprietário quiser, seja na rua, na estrada ou até no trânsito caótico de São Paulo

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

Mais importante do que ter um hot rod é poder andar com ele. Ainda que você não o tire da garagem todos os dias, mesmo que seja só nos fins-de-semana, quando ele for exigido, tem de atender com disposição e segurança. Este é o maior desafio de quem realiza este tipo de projeto, fazer um clássico nostálgico que, ao mesmo tempo, seja versátil e encare o asfalto sem medo.

Reconhecido por todos no mercado de hots, o restaurador Norberto Jensen consegue realizar este feito, trazendo projetos que, além de muito belos, são muito bem montados e pensados para rodarem com segurança em qualquer tipo de situação. O Ford Coupé Five Windows 1937 desta reportagem é um bom exemplo disso. Quando foi adquirido pelo paulistano Paul Rodrigues, o carro já era um hot, mas bastante diferente do que é hoje. “Foi amor à primeira vista. A minha primeira providência foi mandar para o Norberto, para desmontarmos e refazermos pintura e acerto da mecânica”, conta o proprietário. Segundo ele, definir a cor foi o maior desafio do projeto. A grade original foi substituída por uma feita em inox, artesanalmente. Os demais acessórios externos, como farol, maçanetas e retrovisores, foram importados dos EUA.

Confira a matéria completa na edição #96 de Hot Rods

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2013-03-20
<![CDATA[Para rodar muito]]>Editor de Hot Rods cria projeto de Ford Tudor 1931 com montagem rápida e mecânica inusitada, indicada para uso diário

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

Entre os rodders, há os que preferem ter um carro mais para exposição, com tudo original, mas só rodar nos fins-de-semana, e outros, que curtem a cultura como um estilo de vida e rodam diariamente com seus projetos, normalmente com muitas adaptações para suportarem as intempéries do dia-a-dia. Editor e fotógrafo da revista Hot Rods, Ricardo Kruppa é um rodder do segundo tipo. Mesmo com muitas idas e vindas pelas estradas para acompanhar eventos e fotografar carros para a revista, a paixão pela cultura hot sempre fala mais alto e essas “andanças” pelo Brasil muitas vezes acabam acontecendo dentro de um hot rod. Carro de uso do editor, este Fordinho Tudor 1931 foi pensado para ser usado sem dó. Todo o projeto foi executado na Garage Old School, em São Paulo.

Confira a matéria completa na edição #96 de Hot Rods

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2013-03-20
<![CDATA[ A alma do negócio]]>2013-03-20<![CDATA[Do lixo ao luxo]]>2013-03-20<![CDATA[Hot na pele]]>2013-03-20<![CDATA[Bang, bang, bang, bang! ]]>2013-03-20<![CDATA[Domingo feliz! ]]>2013-03-20<![CDATA[Novos desafios]]> Restaurador experiente com muscle cars decide mudar de ares e monta Ford Tudor 1929 com configuração clássica

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

O universo dos carros antigos é imenso e dentro dele existem, além dos hot rods, outras vertentes, como os modelos custom, rat rods e muscle cars. Estes últimos praticamente uma cultura à parte e símbolos da indústria automobilística das décadas de 1960 e 70. Durante mais de 15 anos, os muscle foram a paixão e a ocupação do restaurador paulistano João Luiz Martins, mais conhecido entre os rodders como J. Wayne. “Sempre tive muscle cars, apesar de gostar muito dos hots antigos, e até hoje monto muitos muscles para amigos e clientes e, por já ter trabalhado tanto tempo neste universo, decidi que faria um hot para mim”. A ideia de Wayne era montar um projeto como era feito no passado: pegar uma “charrete sem cavalo”, com motor fraco, e deixá-la rápida e segura.

Quando adquiriu este Tudor, em 2004, Wayne não fez grandes mudanças no projeto original (original mesmo, com freios a varão e motor flathead 4 cilindros) e por um bom tempo ele foi a encontros e utilizou o carro como saiu de fábrica, tendo conseguido até placa preta. Contudo, em dado momento, o projeto passou a não mais a satisfazê-lo, principalmente nos quesitos conforto e potência. “Decidi dar um basta e criar um hot nostálgico, mesmo sabendo das dificuldades para construir um projeto neste nível”, comenta.

Para baixo

As maiores mudanças na carroceria do Tudor tiveram como objetivo reduzir sua altura em relação ao solo. O chassi foi rebaixado na frente, em corte em “Z”, rebaixando em 100 mm a parte dianteira do veículo, onde foi adotada a suspensão modelo “suicide”. A traseira foi montada com o objetivo de abrigar a suspensão do tipo ladder bar, com amortecedores coil overs. Com a dianteira e a traseira montadas, a altura do carro caiu mais 250mm. Além disso, a carroceria foi embutida no chassi mais 150 mm. Ou seja, em relação ao Tudor original, o modelo de Wayne está 500 mm mais baixo. O assoalho original em madeira deu lugar a uma chapa de aço cuidadosamente modelada, pois quando a carroceria foi rebaixada, algumas partes da mecânica “entraram” no carro.

A carroceria teve a funilaria e a pintura refeitas. A pigmentação foi feita em PU, adornada com filetes nas cores vermelho e areia. Na traseira, foi feito um pinstriping. Todas as manivelas, maçanetas e acessórios externos são originais do carro. Os vidros verdes receberam gravações com símbolos da Ford, nos padrões originais. As rodas são 16”, originais do Ford 35, montadas em pneus 6.50 na frente e 7.00 na parte traseira.

Confira o restante da matéria na edição #96 de Hot Rods

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2013-02-25
<![CDATA[Agora é a minha vez!]]> Após passar por um longo período em segundo plano, T-Bucket recebe a merecida atenção de equipe de mecânicos para encarar novamente as ruas de cara limpa!

Texto: Felipe Cassiaro

Fotos: Ricardo Kruppa

Muitas vezes, no mundo da restauração de automóveis, é preciso escolher entre o que é prioridade e o que é simplesmente um sonho. No final das contas, carros de que gostamos podem ficar sem a devida atenção, o que resulta em um futuro incerto para eles. Se os dados rolassem em outra direção, este T-Bucket poderia estar bem diferente do que é hoje.

Leonardo, o dono da garagem que assina o projeto, em São Paulo, conta um pouco da longa trajetória deste automóvel. "Há mais ou menos seis anos, um cliente levou um Corvette '72 para restauração completa. Ele comentou ter comprado um T-Bucket, que estava para chegar. O tempo passou, o Corvette ficou pronto e nada do T-Bucket. Impaciente, ele nos ofereceu a “bucha” como parte do pagamento. O carro era nada além de uma casca de fibra, um motor 272, câmbio e diferencial do Galaxie", conta.

Confira o restante da matéria na edição #96 de Hot Rods

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2013-02-25
<![CDATA[Um conto de duas cidades]]> Ícones da história dos muscle cars, Plymouth Road Runner 1970 e Dodge Dart Sedan 1975 mostram que, apesar de projetos diferentes, guardam uma natureza em comum

Texto: Flávio Faria
Fotos: Ricardo Kruppa

Apesar do título, este conto pertence a várias cidades e carrega consigo diversas histórias. O ponto em comum entre todas elas é a paixão. Impossível falar em Dodge, Plymouth ou outras crias da Chrysler sem falar no amor que elas despertam. Ufanistas como poucos, os norte-americanos amam a Chrysler, como amam a Ford e a GM e tudo o que essas grandes empresas criaram. Para a primeira, especificamente, o fim da década de 1960 e início dos anos 70 foram gloriosos, com carros que até hoje povoam os sonhos de milhões de entusiastas ao redor do mundo.

Apesar de tanto os Estados Unidos quanto o Brasil terem vivido a época dos muscle cars, é óbvio que, por lá, ela foi muito mais marcante. Primeiramente por uma questão financeira, já que comprar um Dodge ou Plymouth nos EUA era proporcionalmente mais fácil do que aqui. Além disso, contando os modelos lançados pela Dodge e pela Plymouth, os EUA tiveram mais de uma dezena de lançamentos. E grandes lançamentos. Clássicos como Plymouth GTX, Barracuda, Coronet Super Bee, além dos conhecidos Dodge Charger e Dart, mas em versões diferentes das que estamos acostumados a ver. Por lá, também, se valorizou nesta época o culto aos motores V8 de grande capacidade volumétrica porque, antes da crise do petróleo, a gasolina era absurdamente barata nos postos norte-americanos, o que permitia rodar no dia-a-dia com motores exageradamente grandes. Só para citar um exemplo, o Dodge Challenger R/T 440 Six Pack, de 1970, vinha equipado com um propulsor de 440”, ou 7.2L.

Originalmente, esses modelos saíam da fábrica já com carburadores quadrijet e despejando mais de 350cv nas rodas. Para o Brasil, a Chrysler trouxe as marcas Charger e Dart, mas em versões nacionalizadas, porém não menos empolgantes. Os “nossos” Dodges tinham algumas diferenças para os americanos, principalmente nos itens de design e motorização.  Por aqui, os modelos vinham equipados apenas com o V8 318” - com pouco mais de 200cv - que por alguns anos foram os mais potentes motores em produção no Brasil, desbancando rivais da época, como Ford Maverick e GM Opala.

Os dois modelos desta reportagem são grandes exemplos de como eram as realidades norte-americana e brasileira naquela época. Cada qual com as suas particularidades, mas ambas sempre despertando paixões.

Confira a matéria completa na edição #96 de Hot Rods

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2013-02-25
<![CDATA[Novo lar, doce lar]]>2013-02-25<![CDATA[Na onda das pin-ups]]>2013-02-25<![CDATA[Miniaturas sobre rodas]]>2013-02-25<![CDATA[Sonho realizado!]]>Chevrolet Fleetmaster 1947, projeto da vida de rodder catarinense, é apresentado por belíssima hot rod girl! 

Texto: Victor Rodder

Fotos: Mel Gabardo/Divulgação

A história deste Chevrolet Fleetmaster 1947 que começamos a contar agora teve início quando recebi um convite para visitar a ilha de Florianópolis (SC), no início do mês de dezembro do ano passado. E assim parti, em companhia da fotógrafa Mel Gabardo, que iria então “estrear” neste universo, já que seus trabalhos anteriores eram oriundos do universo da moda.

Deixamos Curitiba (PR) com três opções de veículos em mente. Nada, no entanto, 100% confirmado. Entendi que era o momento de buscar algo “com mais cor” para a publicação, e em conversa com Mel Gabardo durante o deslocamento chegamos à conclusão de que a utilização de pin-ups nos ensaios era uma ótima ideia, mas que buscar uma “hot rod girl” seria ainda melhor.

O problema é que devido ao pouquíssimo tempo que tivemos para organizar a viagem e todos os seus pormenores tornaria praticamente inviável a possibilidade de realizar um produção completa, o que incluiria encontrar, além da modelo, quem fizesse a maquiagem, o cabelo, a iluminação, encontrar uma locação ideal e tudo o mais.

A ideia começou a sair efetivamente do papel depois que havistamos, da própria janela do hotel onde nos hospedamos, uma pequena vila de pescadores próxima ao Iate Clube local. Alguns telefonemas depois já possuíamos autorização para fotografar naquele local, enquanto Mel Gabardo localizara, com sucesso, uma excelente opção de modelo fotográfica para a nossa proposta: Mágeli Martinez, com quem fomos nos encontrar na Lagoa da Conceição.

Mágeli é gaucha, mas vive em Santa Catarina já há muitos anos. Modelo para ela é apenas um hobby. Faz apenas os trabalhos que gosta e com as pessoas com as quais simpatiza (para sorte dos leitores da Hot Rods, ela topou fazer esse ensaio fotográfico).

Faltava então confirmar a máquina. Meu primeiro contato, feito com os dedos cruzados, foi com Mário Davi Pacheco de Sousa, 37 anos, empresário de Blumenau (SC), cidade que ficava a 160 quilômetros de distância de onde nos encontrávamos. Por este motivo, imaginei que convencê-lo a fazer esse trajeto poderia ser um empecilho.

No entanto, já nas primeiras palavras, ficou bastante claro que se tratava de um verdadeiro hot rodder. Mario só perguntou o essencial e disse que estaria disposto a ajudar no que fosse preciso. Para fechar o staff responsável pelo ensaio, conhecemos, aos 45 minutos do segundo tempo, o cabeleireiro Luis Alberto, do salão Jacques Janine, outro apaixonado por hot rods e rock and roll, que fechou com chave de ouro essa muito bem-sucedida empreitada.

 Confira o restante da matéria na edição #95 da revista Hot Rods

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2013-01-23
<![CDATA[Restaurador de confiança, satisfação garantida]]> Depois de ter problemas com um “restaurador”, administrador de São Paulo encontra uma oficina de confiança e monta a F1 1951 que tanto sonhou

Texto: Flávio Faria


Fotos: Ricardo Kruppa

Construir ou restaurar um Hot é um trabalho que exige tempo, muito trabalho e investimento. Porém, não se trata apenas de aplicar grandes somas em um carro ou um hobby. Ao trabalhar em um projeto, os restauradores mexem com sonhos, paixões antigas, muitas vezes carregadas de histórias. Por isso, ser um bom restaurador não exige apenas técnica para mexer na lata, mas também sensibilidade para entender o que o cliente quer do projeto e honestidade para cumpri-lo no prazo proposto.

Entretanto, não é sempre assim que acontece. Como em todo ramo, entre os roders também existem os chamados “restauradores”, assim, com aspas, porque não conhecem os carros, não têm habilidade para trabalhar e se aproveitam da paixão dos clientes para ganharem dinheiro sem trabalhar. Quando decidiu adquirir sua picape antiga, foi com um “restaurador” desses que o administrador paulistano Sérgio Morales conheceu. “Em fevereiro de 2001 comprei este carro de um colecionador que pretendia restaurá-lo, mas acabou desistindo do projeto. O estado da picape era péssimo, era como se alguém tivesse acabado de tirar do ferro-velho para restaurar. Para não dizer que nada tinha feito, tinham passado um primer para evitar que a corrosão da lataria aumentasse. O capô tinha um buraco, causado pela ferrugem e a parte mecânica tinha sido adaptada de uma forma tosca a partir de um Landau. Como eu não tinha ideia de quanto aquele carro valia ou o tamanho da mão de obra que teria com ele, decidi levar um restaurador comigo. Meses depois eu me perguntei se ele foi comigo para me ajudar ou ao vendedor”, comenta o administrador, que perdeu dois anos com este “profissional”.  “Após este desgosto quase cheguei a desistir do projeto, mas fui apresentado ao Dimas pelo Alexandre Benevides, da Hot Company Brasil. Quando eu vi a picape F1 1948 que o Dimas fez para o Alexandre decidi que queria que ele trabalhasse no meu carro. Levei o carro para avaliar e o Dimas falou que só pegaria para fazer se fosse do zero e eu respondi que era exatamente o que eu queria. O trabalho todo de restauração durou mais de um ano, mas eu sempre tive certeza que tinha ido ao lugar certo”, afirma Sérgio.

Confira o restante da matéria na edição #95 da revista Hot Rods

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2013-01-23
<![CDATA[Graças aos hot rods!]]> Tradicional evento de Daytona Beach, Flórida, Estados Unidos, reúne mais de 5.000 veículos no dia de ação de graças

Texto Da redação

Fotos Norberto Jensen

O tradicional circuito Daytona International Speedway, localizado na cidade litorânea de Daytona, na Flórida, recebeu entre os dias 22 e 25 de novembro de 2012 mais uma edição do Daytona Turkey Run, encontro anual de veículos antigos que acontece sempre no feriado de thanksgiving (ação de graças), um dos mais importantes do calendário norte-americano.

O rodder brasileiro e colaborador da Revista Hot Rods Norberto Jensen, da Hot&Custons, esteve lá mais uma vez, e representou a firma. “Nesta última edição, cerca de 95% dos 5.000 veículos eram hot rods. Destes, é possível afirmar que o principal destaque tenha sido a generosa quantidade de veículos muscle presentes. Eram muitos, realmente”, afirma.

Norberto destaca também outros fatores importantes que tornaram esta edição ainda mais especial em comparação às anteriores. “O público visitante era ainda maior que nas outras edições. Além disso, a qualidade dos carros apresentados também aumentou”, recorda.

Para o rodder brasileiro, outro destaque fica por conta das inúmeras opções apresentadas para quem buscava realizar ali um bom negócio. “Tanto para encontrar peças quanto para comprar ou vender veículos. Vi muitas coisas interessantes ali serem comercializadas a preços convidativo”, prossegue.

Diariamente, após o encerramento das atividades na parte interna do circuito internacional de Daytona, boa parte do comboio que formava o evento se deslocava para a praia de Daytona, próxima ao autódromo, e ali davam continuidade aos festejos e atividades. O Daytona Turkey Run já tem sua edição de 2013 confirmada e Hot Rods estará lá, mais uma vez!


Confira o restante da matéria na edição #95 da revista Hot Rods

 

 

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2013-01-23
<![CDATA[O segredo por trás das pin-ups]]>2013-01-23<![CDATA[De tirar o chapéu]]>2013-01-23<![CDATA[ Sem acidentes!]]>2013-01-23<![CDATA[Novo endereço]]>2013-01-18<![CDATA[IV Encontro de Carros Antigos]]>2013-01-14<![CDATA[Até o limite]]> Devido ao calor insuportável, encontro de hot rods realizado na Califórnia se adapta e opta por horário bastante incomum

Texto e fotos: Ricardo Kruppa

Nem o maior apaixonado por hot rods desse planeta é capaz de suportar uma tarde inteira em um local cujos termômetros, às 10h, já apontam insuportáveis 44ºC. Também, não foi preciso.

O Hi Performance Swap Meet, que aconteceu no dia 4 de novembro, na ressaca do SEMA Show, em Long Beach, Califórnia, aconteceu das 6h às 13h, horário limite para que a temperatura local não colocasse a integridade física dos presentes em cheque.

Mas o horário alternativo não impediu que cerca de 500 veículos marcassem presença no evento que, mais do que uma simples exposição, serve como um superaquecido mercado de veículos e peças. Comercializados, aliás, em muitos casos, a preços bastante convidativos, como um Cadillac vendido por US$ 4.000, um Mustang de US$ 6.000 e um Bel Air, impecável, a US$ 8.000. Dos mais antigos até low-riders, veículos e peças para todos os gostos e necessidades, para rodder nenhum botar defeito. Estima-se que quase 200 modelos tenham sido comercializados durante a ocasião.

A reportagem de Hot Rods, inclusive, se deparou com, nada menos, que 18 outros brasileiros que fizeram o mesmo roteiro: deixando o SEMA Show e dirigindo cerca de 400 quilômetros até Long Beach, na sequência.

O evento ocorre anualmente, sempre na mesma época e região, e é conhecido em todos os Estados Unidos por se tratar de uma das melhores ocasiões para encontrar modelos raros e peças aguardadas há tempos nas garagens espalhadas pelo país. Hot Rods foi, viu, curtiu e aprovou!

 

 

 

 

 

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2012-12-19
<![CDATA[Fez para um, tem de fazer para os dois]]>Picape Ford 1946 do filho mais novo já está pronta, a Chevy 55 do mais velho já está a caminho

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

Quem tem mais de um filho sabe, não pode fazer diferença. Fez para um, tem de fazer para os dois, o que significa gasto e trabalho em dobro. Mas que, no final das contas, vale a pena. Que o diga Alexandre Schultz, de Limeira, no interior de São Paulo. Com dois filhos, Pietro, de 11, e Rafael, de 16, o paizão rodder não podia pensar em um presente melhor para dar aos filhos do que um hot. Um não, dois! “Eu sempre gostei de carro antigo, era algo de que o meu pai gostava e eu herdei. Os meninos estão seguindo o mesmo caminho, puxando o pai”, conta, orgulhoso. Muito antes de pensar em montar a picape desta reportagem, os garotos já tinham seus carros. “Havia um Maverick 77, que era do Pietro, em uma Rural, do Rafael. Mas depois de um tempo eles começaram a preferir as picapes, então vendi os carros e comprei as duas caminhonetes, esta Ford quase pronta e uma Chevy para restaurar completamente”, lembra Alexandre.

O modelo das fotos, de 1946, é uma legítima picape norte-americana e, segundo Alexandre, uma das primeiras a sair naquele ano. “O número do chassi dela é bem curto, deve ter sido uma das primeiras mil que saíram. Pelo que já pesquisei, ela foi feita nos EUA, foi para outro país, para só depois chegar ao Brasil”, conta, mostrando que a “Fordinha” é viajada.

Por fora, o visual foi mantido com o máximo de originalidade, inclusive com o estepe na lateral. A cor amarela é clássica das picapes da época e combina muito bem com os cromados dos acessórios e da bela grade dianteira. As rodas são de aço, com fundo vermelho e calotas cromadas, montadas em pneus Cooper Cobra, nas medidas 235/50 na dianteira e 295/50 na traseira.

Simplicidade

Por dentro, o visual também não foge do original. O painel é pintado na cor da carroceria, com instrumentos originais totalmente funcionais. O volante é da Ford, de três raios. Bancos e laterais das portas receberam cobertura em couro preto.

 

Ficha técnica

Picape Ford 1946

Parte externa

Pintura na cor amarela

Acessórios cromados

Rodas de aço de 15” com calotas cromadas

Pneus Cooper Cobra nas medidas 235/50 na dianteira e 295/50 na traseira

Parte interna

Bancos de couro

Forração de couro

Volante Ford de três raios

Instrumentação original

Mecânica

Motor Ford V8 302”

5.0L de cilindrada

200cv de potência

Câmbio automático de três marchas

Freios a disco na dianteira e tambor na traseira

Suspensão de Ford Galaxie na dianteira e feixe de molas na traseira

 

Confira o restante da matéria na edição #94 da Revista Hot Rods

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2012-12-19
<![CDATA[A primeira a gente nunca esquece...]]> Empresário mineiro restaura picape Chevy 3100 “Boca de Sapo”, modelo no qual deu suas primeiras aceleradas

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

A nostalgia é um grande fio condutor para a paixão dos rodders. Em geral, o amor pela ferrugem se apresenta por meio de uma boa lembrança, um carro que marcou a infância ou uma passagem feliz da família. No caso do empresário mineiro Paulo Cezar Santana Avelar, o Cezinha, a paixão pelas picapes Chevy estilo “Boca de Sapo” teve início ainda na sua infância, em meio à vida rural. “Eu vivia agarrado ao meu pai, ia direto às fazendas comprar gado e transportar materiais para a lavoura. Nessa época ele teve muitos tipos de picapes, mas a que mais me marcou foi uma Chevrolet 1951, porque foi nela que dei as minhas primeiras aceleradas”, comenta o empresário, que anos depois acabou revivendo essa paixão, transformando um verdadeiro pedaço de lata e ferrugem em uma bela “Boca de Sapo”.


Confira o restante da matéria na edição #94 da Revista Hot Rods

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2012-12-19
<![CDATA[O orgulho lowrider]]>2012-12-19<![CDATA[Uma Carta de Zora Arkus-Duntov]]>2012-12-19<![CDATA[We´re Olds... and Classics!]]>2012-12-19<![CDATA[Ritmo...ritmo de festa!]]>2012-12-17<![CDATA[Da pista para a rua]]> Camaro LT 1976 foi montado para andar na arrancada, mas se tornou carro de uso cotidiano de paulistano apaixonado por muscle cars

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

O Chevrolet Camaro é um carro esportivo por natureza. Seu projeto foi concebido em uma época em que aquecimento global, sustentabilidade e outras demandas ecológicas não existiam. Um carro esporte tinha de ser potente e dar prazer ao dirigir. E ele dava. Por isso, durante muito tempo, o Camaro foi um sucesso de vendas e hoje é um dos modelos mais importantes da montadora norte-americana, ao lado do Corvette, e um dos maiores mitos da indústria automotiva. Ao todo, foram lançadas quatro gerações do Camaro, sem contar a atual, uma releitura futurista das linhas marcantes dos anos 60 lançada em 2006 pela Chevrolet em comemoração aos 40 anos do projeto original.

O modelo que estrela esta reportagem de Hot Rods é da segunda geração, apelidada de “boca de tubarão”, devido à grade proeminente. Esta versão foi lançada em 1970 e seguiu com poucas modificações ao longo da década. Essa foi uma das épocas mais difíceis para o Camaro, graças à crise do petróleo que assolou os Estados Unidos e forçou a indústria automotiva a criar modelos mais econômicos. Inclusive, foi durante esses anos que o modelo recebeu sua primeira versão equipada com motor de seis cilindros, denunciando que a montadora passara a se importar mais com o luxo e o conforto do que com a esportividade. O modelo da nossa matéria, no entanto, ainda faz jus à memória dos tradicionais american muscle cars, equipado com um motor V8 350” de 300cv de potência. Este carro em particular, aliás, foi transformado pelo seu primeiro proprietário para competir em provas de arrancada e já esteve equipado com um motor de 700cv.

 

Confira o restante da matéria na edição #93 de Hot Rods

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2012-11-26
<![CDATA[O começo do lowriding]]> Conheça a origem do estilo que originou a cultura lowrider: “low and slow, bajito e suavecito”

Texto: Victor Rodder

Fotos: Divulgação

A palavra “lowrider”, no dicionário norte-americano, é utilizada para descrever um veículo customizado, alterado para rodar o mais próximo possível do chão. Mas a cultura lowrider, ou lowriding, é muito mais do que isso e tem suas raízes na década de 1930, nas comunidades latinas do sudoeste do México. Naquela época, os jovens “Pachucos”, com seus ternos Zoo, para darem um efeito diferenciado em seus carros, faziam com que eles rodassem de maneira a parecerem orgulhosos, de peito estufado. Para isso, sacos de areia eram colocados no porta-malas, o que dava a impressão de que os carros eram mais baixos. O objetivo dos lowriders, desde aquela época, era cruzar as ruas rodando o mais baixo e lentamente possível, "low and slow " - "bajito y suavecito". Esse é o lema!

Mas, em que pese sua origem remota, da mesma forma que aconteceu com os hot rods, foi apenas com o final da Segunda Guerra e com a prosperidade que se seguiu nos anos 50, que essa cultura ganhou força. Com o fim da guerra e o retorno dos jovens soldados das minorias dos Estados Unidos para seus bairros e guetos, muitos com conhecimentos que iam além do treinamento militar. Com o aprendizado de técnicas de mecânica e agora com um pouco mais de dinheiro, os tão sonhados “carros” puderam finalmente entrar nas garagens de muitos norte-americanos. Com soldos e pensões, além do valor acumulado durante o período em que serviam, o mercado de carros novos e usados conheceu uma nova realidade. E com os novos talentos adquiridos, para os jovens, veículo semi-novo era sempre uma boa escolha. Ainda mais quando era possível incrementá-los e personalizá-los.



Confira o restante da matéria na edição #93 de Hot Rods

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2012-11-26
<![CDATA[Salão superlativo]]>Edição 2012 do SEMA Show  tem 2 mil lançamentos de produtos em área equivalente a cinco Anhembis. Hot Rods têm espaço garantido

Texto e Fotos: Ricardo Kruppa

Quem visita o Salão do Automóvel de São Paulo, a mais importante feira do setor automotivo da América Latina, talvez enxergue grandiosidade nos cerca de 85 mil quadrados de área de exposição do Anhembi.  E, com certeza, trata-se de uma mega-exposição, gastam-se boas horas e solas de sapato para percorrer os corredores do maior centro de exposições da cidade e talvez do Brasil. Agora, multiplique isso por cinco e terá a dimensão aproximada do Las Vegas Convention Center, complexo de pavilhões em Las Vegas, no oeste dos Estados Unidos, onde acontece anualmente, desde 1967, a maior feira de peças, acessórios e carros customizados do mundo, o SEMA Show.

A edição 2012 do evento, organizado pela Specialty Equipment Market Association (SEMA), que aconteceu entre os dias 30 de outubro e dois de novembro foi, como de costume, uma feira para profissionais, ou seja, fechada ao grande público. Mesmo assim contabiliza números superlativos: cerca de 60 mil  “compradores”, dos Estados Undios e dos mais variados cantos do planeta, inclusive do Brasil, e cerca de 2 mil lançamentos entre peças e acessórios para todos os tipos imagináveis de automóveis.

Este ano, o “tema” do salão foram os veículos off-road, que ocuparam praticamente toda a área externa do pavilhão, que já foi ocupada no passado, de acordo com a “onda”  do momento, pelo tuning, por exemplo, e pelos hot rods, muscle cars e outras categorias da customização.

O centro de convenções de Las Vegas, para receber o SEMA Show, é loteado em 12 seções, como, por exemplo, as dedicadas a peças e acessórios para hot rods, para performance, rodas e pneus, equipamentos eletrônicos, entre outros.

Confira o restante da matéria na edição #93 de Hot Rods

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2012-11-26
<![CDATA[Gasser: para o alto e à frente!]]>2012-11-26<![CDATA[Hot Rod Nacional]]>2012-11-26<![CDATA[Da decepção ao sucesso]]>2012-11-26<![CDATA[America Parts]]>Endereço: Rua. Domingos Fanganiello, 80,  Ponte Grande /Guarulhos - SP

Mais informações no site: www.AMERICAPARTS.com.br 

Telefone: (11) 2647-1496

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2012-11-21
<![CDATA[Salão internacional de veículos antigos]]>2012-11-13<![CDATA[Chevrolet produzirá o primeiro carro Hot Wheels ]]>Pilotar o primeiro Hot Wheels em escala real e com motor de verdade é um sonho antigo, para garotos de diferentes gerações, que vai se tornar realidade. Por meio de uma parceria inédita entre a principal marca de carrinhos e uma das maiores montadoras do mundo, o modelo Camaro Hot Wheels Edição Especial em breve estará disponível no mercado automotivo dos Estados Unidos, Canadá, México, Japão, Coreia, Europa e Oriente Médio.

A edição limitada do esportivo poderá ser encontrada na cor azul e em duas versões: cupê e conversível. Os bancos de couro preto vão garantir o conforto aos pilotos e apresentam bordados com a logomarca de Hot Wheels* – presente na parte externa das portas e na grade frontal. O aro vermelho das rodas é mais um elemento clássico da marca que não poderia faltar no veículo.  E os motores V-6 de 3.6L e V-8 de 6.2L garantem potência e velocidade com o câmbio de seis marchas, que pode ser tanto com transmissão manual ou automática.

O lançamento oficial é nesta segunda-feira, 29, durante o SEMA Show, em Las Vegas, mas o veículo estará disponível somente no primeiro semestre de 2013. Ainda não há previsão de chegada do carro exclusivo no Brasil.

*O modelo em diecast customizado do Camaro, de escala 1:64, faz parte dos primeiros 16 modelos originais criados pela Hot Wheels, em 1968, e possuem até hoje enorme valor entre os colecionadores de carrinhos.

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2012-10-31
<![CDATA[É pegar e andar]]> Gerente comercial de Itapecerica da Serra adquiriu Ford Coupé 1948 e já saiu passeando. Mudanças? Ainda estão por vir...

Texto: Flávio Faria
Fotos: Ricardo Kruppa

Para ter um bom hot rod na garagem há duas opções: comprar no estado em que estiver, ter o trabalho de levar a um funileiro, ter várias surpresas desagradáveis, gastar muito dinheiro, escolher todas as peças e fazer do seu jeito; ou comprar pronto, reformado, bonito e sem trabalho nenhum. Qual opção você escolheria? Desta vez, o gerente comercial Marco Rampini escolheu a segunda opção. “Desta vez”, porque Marco também tem outros hots e já passou por muitas desventuras. Alguns deles, inclusive, já foram reportagens da Hot Rods.  Além do mais, sejamos sinceros, olhando pelas fotos você teria coragem de desmanchar e refazer este coupé? Nem eu. Adquirido há quatro meses pelo gerente comercial, o carro não chegou às mãos dele por conta de um sonho em especial ou alguma história mirabolante. Perguntado sobre o motivo de ter adquirido este modelo, Marco foi enfático: “Gostei deste carro, comprei-o pronto e tive apenas de trocar rodas e volante”, conta resumidamente.

Bandido

A cara de carro de gângster é um dos grandes atrativos dos carros do final da década de 40. O visual arredondado começou a ser aperfeiçoado lá atrás, em 1939, mas os contornos foram ficando mais harmoniosos (e mais arredondados) ao longo dos anos. O projeto de 1948 não chegava a ser considerado defasado, mas acompanhava linhas quase idênticas desde 1942, isso por conta da Segunda Guerra Mundial, que exigiu grandes cortes de custos de todas as fábricas, entre elas, claro, da Ford.  O Ford 1948 marca a despedida da empresa de tempos “bicudos”, pois em 1949 começou a trajetória de subida, com a chegada da Mercury, entre outros modelos.
Apesar de ser um marco até certo ponto negativo da história da Ford, isso não torna o 1948 um modelo menos amado pelos “fordistas”.

Confira o restante da matéria na edição 92 da revista Hot Rods

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2012-10-25
<![CDATA[Meu e de ninguém mais!]]>Dono deste Ford Maverick 1974 força todos os limites da palavra "customização", trespassando etapas com suor e dedicação até chegar ao inconfundível resultado final

Texto: Felipe Cassiaro

Fotos: Leandro Campos/Divulgação

O engenheiro de produção Leandro Campos, de 47 anos, tem uma história tão curiosa e peculiar de customização de seu carro, que é melhor deixarmos que suas próprias palavras levem o leitor pelas duras etapas que levaram ao resultado final. O "Maveco do Leco", como é chamado, é simplesmente um entre milhares! O processo, que você acompanha a seguir, teve direito a criação de tinta pelas próprias mãos do dono e a troca completa de motor, câmbio, suspensão e freios. Confira.

"Tudo começou no final de 1999/ início de 2000. Nesta época eu era piloto de kart de uma equipe chamada Quality, que entrava com o patrocínio. Nesta ocasião o Brasil estava atravessando uma crise em relação ao valor do dólar, e nossa equipe e nossos equipamentos eram custeados na moeda americana. Foi então que tivemos a notícia de que a equipe seria descontinuada no ano seguinte. Eu havia recebido da MINI, uma marca parceira, um kart zero com motor Parilla Italiano. Quando o campeonato que estava correndo terminou, o kart estava todo ajustado, graças às corridas. Como resultado, todo o paddock começou a desejá-lo, assim como os equipamentos, que eram de primeira. O kart era o mais rápido da competição! 

Não gostei nem um pouco do interesse de todos no kart e fiquei muito bravo com a situação. Sem nem terem o meu conceito, já haviam começado um leilão. Respondi dizendo que o penduraria na minha sala, mas que não venderia! Foi então que uma pessoa chamada Roberto soube que eu gostava de carros antigos, em especial do Maverick V8. Ele me disse que seu pai tinha um modelo e propôs a troca. Fiquei surpreso ao ver que o carro estava tomado pelo capim e por entulhos, após ficar parado por 10 anos. Mesmo assim, enxerguei potencial nele e aceitei a proposta. Era chegada a hora de mandar o carro para uma oficina qualificada. 

Confira o restante da matéria na edição 92 da revista Hot Rods

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2012-10-25
<![CDATA[Um presente muito especial]]>2012-10-25<![CDATA[Um dos poucos]]>2012-10-25<![CDATA[Criando uma boa relação]]>2012-10-25<![CDATA[Beleza revelada!]]> Duas perólas foram encontradas pela equipe de Hot Rods: a bela pin-up e a máquina, um Chevrolet Impala 1963

 

Texto:Vitor Giglio

 

Fotos: Ricardo Kruppa

 

Quem procura, acha! Nesta edição, a descoberta de Hot Rods vem em dose dupla.

A saga tem início em um galpão abandonado em Pouso Alegre, Minas Gerais. Foi lá que Cosme Santos, colaborador da Hot Rods e restaurador da Garage Old School, encontrou este Chevrolet Impala 1963. “Por acaso, um amigo mencionou a existência desse Impala, que estava abandonado em um galpão lá em Minas Gerais. Como sempre gostei do modelo, fiz a viagem para ver em qual condição o carro se encontrava. Pior, impossível!”, brinca Cosme.

Ele conta que o modelo estava, literalmente, caindo aos pedaços. “O assoalho praticamente não existia mais, o teto tinha vários furos e dentro parecia uma selva: animais de todas as espécies moravam ali”, lembra. “Fui atrás do dono e comprei o veículo, mesmo condenado”, completa.

Cosme então embarcou o Impala para a Garage Old School e lá refez a mecânica da fera, a partir de um motor seis cilindros e de um câmbio automático. “Refiz o assoalho, o sistema de freios e então resolvi sair com ele, apenas para testar”, conta.

A sensação da primeira “voltinha” com o veículo foi tão especial que Cosme decidiu então que mais nenhuma reforma seria feita no veículo. E que ele ficaria exatamente desta maneira: um Impala Rat Rod. “O carro chama muito a atenção das pessoas na rua. Isso também me ajudou a decidir mantê-lo desta maneira. Por enquanto vai ficar assim. Talvez, mais para frente, eu utilize um 350 V8. Mas, por enquanto, não pretendo restaurá-lo não”, confirma.

 

Que dupla!

 

A máquina foi fotografada em uma fazenda abandonada em São Roque (SP), na folclórica Casa Grande do Carmo, propriedade doada ao Patrimônio Histórico do Estado de São Paulo pela família do escritor e poeta paulista Mário de Andrade.

Quem acompanha o mais novo xodó de Cosme nesta sessão de fotos é a bela pin-up Greice Domingues. A jovem, webdesigner e designer de interiores, de apenas 23 aninhos, apaixonada pela cultura hot, bateu um papo com a gente. E o perfil da garota você acompanha a seguir, se conseguir desgrudar os olhos das fotos, é claro!

Confira o restante da matéria na edição 92 da revista Hot Hods

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2012-10-25
<![CDATA[Street Legal]]>2012-10-25<![CDATA[De galã a rato da roça]]> Empresário do interior do Paraná compra picape Chevy 1954 que já foi de novela da Globo e cria “Rato Caipira”

Texto: Flávio Faria
Fotos: Ricardo Kruppa

Quantos por aí podem se gabar de ter um carro que já foi apreciado por milhões de pessoas no Brasil inteiro e até em outros países? O empresário de Guarapuava, interior do Paraná, Sieghardt Johann Kleinfelder, de 35 anos, pode. O empresário é proprietário de uma picape Chevrolet modelo 3100, ano 1954 (conhecida como “boca de bagre”), mas não uma qualquer. Embora hoje tenha uma vida tranquila no interior, esta caminhonete já carregou na sua cabine nomes de peso da dramaturgia, como Regina Duarte. Sim, a própria “namoradinha do Brasil” já deu suas voltinhas nesta Chevy, mas anos atrás, quando o carro fazia parte do acervo da TV Globo, no Rio de Janeiro, participando das gravações da novela “Rainha da Sucata”. “A picape que a personagem Maria do Carmo dirigia era essa”, conta o empresário.

Mas não foi o apego pelas telenovelas que fez o empresário levar a picape para casa. “Na verdade eu estava procurando uma F-100, com para-lamas e estribos salientes, mas não encontrei. Então um conhecido me falou deste carro, que estava perto de casa. Fui ver e me apaixonei na hora. Levei minha esposa para dar uma olhada e ela aprovou a compra, gostou mais desse modelo do que da própria F-100”, comenta.

Confira reportagem completa na edição 91 de Hot Rods ou na área reservada para assinantes

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2012-09-20
<![CDATA[É esta!]]> Bastou ouvir os oito cilindros desta F-100 1964 funcionando para o produtor rural de Guarapuava (PR) ter certeza. O resto é história

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

Paixão à primeira vista. Bem clichê mesmo, mas foi assim. O produtor rural de Guarapuava (PR) Gustavo Grocoske Küster, de 34 anos, sempre gostou de carros antigos, mas nunca tinha se apegado a um hot.

“Venho de uma família de apaixonados por carros antigos, tenho um Fusca 1973 original há oito anos. Já participei de vários encontros, mas sempre de carros originais”, conta o empresário, que teve a “má influência” de um amigo para entrar no mundo dos hots. “Ele é colecionador de picapes e me mostrou um exemplar estilo rat que estava fazendo. Foi o início da minha paixão”, lembra. A partir daí, Gustavo começou a procurar uma “        ratinha” para chamar de sua, e a procura não foi em vão. “Comecei a procurar, dando preferência para modelos da Ford. Acabei encontrando esta em uma cidade no interior, em uma loja de carros usados. O carro era do pai do dono. Fui olhar e pedi para dar partida no motor. Quando ouvi os oito cilindros funcionando, pensei: é esta!”, conta.

Apesar da certeza, a negociação não foi das mais fáceis. Entre ter se apaixonado e conseguir levar a menina para casa, lá se foram três meses de negociação. Contudo, a situação da “moça” não era das melhores. Para começar, a caminhonete não tinha caçamba. Além disso, a carroceria tinha “podres” e o motor, apesar de funcionar, estava cheio de vazamentos. O desafio estava lançado!

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2012-09-20
<![CDATA[Meio pronta]]>Quando pegou esta F-1 1948, engenheiro agrônomo paranaense ainda tinha muito o que fazer. E mudar!

Texto: Flávio Faria
Fotos: Ricardo Kruppa

Apaixonado desde sempre por picapes antigas, só há três anos o engenheiro agrônomo André Pereira, de 39 anos, conseguiu realizar seu sonho. “Um amigo me contou que, em Niterói, havia uma F-1 n1948 guardada em um barracão em Niterói. Esse sempre foi o modelo de picape mais me agradava, então pedi a ele que trouxesse o carro para eu ver.

Quando o carro chegou, fiz uma oferta e ele topou. A partir daí começou a história”, lembra André, que conta como pegou o carro “meio pronto”.  “Ela estava 50% pronta quando a comprei, toda desconfigurada, com para-lamas alargados, entre outras modificações. Tudo teve que ser feito novamente: suspensão, lata etc”, conta.

Personalização ao contrário

Como a picape chegou modificada, o que André teve que fazer foi uma “personalização ao contrário”, isto é, deixá-la mais próxima dos padrões originais.  Os para-choques foram retirados. A lata, que quando chegou era cinza, agora ostenta a tonalidade preto fosco. O trabalho de pintura, aliás, ficou de primeira. Até frisos e estribos foram pintados, dando um ar moderno para a picape. As rodas são 20” na traseira e 18” na dianteira, da Billet. Os pneus são da Pirelli, modelo P-zero. Faróis e lanternas são originais da F-1, mas tiveram de ser importados, assim como grade, frisos e retrovisores.

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2012-09-20
<![CDATA[Fontes de inspiração]]>2012-09-20<![CDATA[Na pista!]]>2012-09-20<![CDATA[Hot Rod pop!]]>2012-09-20<![CDATA[Hot 0km]]>2012-09-20<![CDATA[Novas trancas]]>2012-09-20<![CDATA[Montagem e suspensão]]>2012-09-20<![CDATA[Pé na estrada]]>Cruiser entre São Paulo e Águas de Lindoia leva 20 rodders para primeiro encontro dedicado aos hot rods na estância hidromineral, que reuniu cerca de 120 carros

 

Texto: Ademir Pernias

Fotos: Ricardo Kruppa

 

O encontro estava marcado para as 8h30 da sexta-feira, 3 de agosto, em um posto de combustíveis da Rodovia dos Bandeirantes, que liga a capital paulista ao interior do estado. No horário fixado, cerca de 20 carros, a grande maioria hot rods, estava a postos para a largada do 1º Cruiser São Paulo/Águas de Lindoia, onde participariam, com cerca de outros 100 veículos vindos de várias partes do país, do 1º Encontro de Hot Rods de Águas de Lindoia, no final de semana. O trajeto foi uma iniciativa da revista Hot Rods, do Automóvel Clube do Brasil, com apoio da Porto Seguro e da JR & Marto consultoria de seguros, que forneceu três carros-guincho de apoio na ida e na volta.

 

Confira reportagem completa na edição 90 de Hot Rods que se encontra nas bancas ou na área reservada para assinantes

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2012-08-21
<![CDATA[Pica-pau do bem]]>Conhecido tanto pelo talento nas pistas quanto pela generosidade e humildade, Clay Smith morre fazendo o que gostava: correr

 

Texto: Victor Rodder

Fotos: Arquivo pessoal

 

No mês passado contei um pouco da história desse ícone da Hot Rod Culture, Clay Smith, e seu “Mr. Horsepower”. Nesta edição, dando continuidade à saga deste californiano de cabelos avermelhados e apreciador de charutos, vamos direto aos anos 50: a década em que Smith e sua empresa ganharam reconhecimento nacional e internacional.

Em 1950, Clay Smith e sua equipe participam da primeira “Carrera Panamericana”, preparando o Lincoln de Johnny Mantz em uma parceria de sucesso que durou até 1954. A “Carrera Panamericana” era uma prova de quase duas mil milhas pelo recém-pavimentado sistema de rodovias do México e que tinha a intenção de promover o novo sistema viário daquele país. Ocorre que, em muitos trechos, era difícil diferenciar o que era estrada pavimentada do que era estrada de terra, e do que seriam simplesmente terrenos rurais. Sem mencionar os sinuosos trechos pelas montanhas, cheios de curvas fechadas e sem qualquer grade ou proteção.

 

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2012-08-21
<![CDATA[Filha de roder, pin-up é!]]>Filhas de rodders paulistanos ganham dos pais dois belos modelos 1934

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

No mundo dos hot rods, a influência paterna muitas vezes é determinante para despertar a paixão nos mais jovens. Todos os meses, acompanhamos projetos de restauração que nasceram da influência dos pais ou avós. Até aí, sem novidades. O que diferencia esta reportagem das demais não é a influência, mas o influenciado. Ou, no caso, as influenciadas.

Filhas dos rodders Marco Rampini e Gerson Mandu, Giovana Rampini e Muriel Mandu são as proprietárias da dupla de modelos 1934 – um Chevy e um Ford - que este mês embelezam as páginas de Hot Rods.

O pai de Giovana, Marco, conta que história é essa de dar os hots de presente para as meninas. “Nós sempre saímos todos juntos, vamos a eventos, e as meninas adoram o estilo pin-up e gostaram dos carros, que agora pertencem a elas”, explica.

Apesar de serem as proprietárias, Giovana e Muriel ainda não podem dirigir, pelo menos não oficialmente, já que estudantes têm 15 e 16 anos, respectivamente.

Os dois modelos são em fibra, da SS Fiberglass, mas as personalizações ficaram tão bem feitas que é difícil acreditar que não sejam modelos originais.

Confira reportagem completa na edição 90 de Hot Rods que se encontra nas bancas ou na área reservada para assinantes

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2012-08-21
<![CDATA[A Ximbica]]>2012-08-21<![CDATA[Céu azul no Colorado]]>2012-08-21<![CDATA[Donzela de ferro!]]>2012-08-21<![CDATA[Velhinhos do bem]]>2012-08-21<![CDATA[Mínimos detalhes...]]>2012-08-21<![CDATA[No paint, no chrome, no problems!]]>2012-08-21<![CDATA[Mudança de planos]]> Apache 1959

 Empresário paulistano queria montar sua GMC Apache 1959 no estilo rat, mas o estado da lata era tão bom que ele decidiu partir para o vintage       

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

Tudo começou em uma viagem aos Estados Unidos,  durante um evento da Good Guys em Columbus, no estado de Ohio. Passeando pelo local, o empresário Sérgio Morales, de 53 anos, deparou com uma bela picape Apache, ano 1958, estilo rat rod. Sérgio percebeu que o veículo estava à venda e se interessou por ele.

“Gostei muito da picape por causa das linhas, apesar de nunca ter me interessado por este modelo em especial. Sempre fui um admirador do modelo Marta Rocha, que são da mesma família”, comentou Sérgio, que manifestou seu interesse ao proprietário do carro e anotou seu telefone.

De volta ao Brasil, a primeira providência de Sérgio foi se informar a respeito dos procedimentos para fazer a importação de um carro para o Brasil. Depois de descobrir por meio de amigos qual era o “caminho das pedras”, o empresário começou a negociar com o proprietário, mas o negócio acabou não se concretizando. “Entre um e-mail e outro ele me contou que tinha fechado com outra pessoa. Fiquei inconformado”, conta.

No entanto, todo o trabalho de pesquisa não foi em vão e, graças à internet, Sérgio encontrou outro modelo Apache para morar na sua garagem. “Achei um modelo 1959 no Texas, por um preço melhor e, aparentemente, em bom estado. Decidi arriscar”, lembra.

Rat mesmo?

A compra foi concretizada em 2009. Mas, por conta dos trâmites da importação, o carro só chegou às mãos do empresário no ano seguinte. De acordo com Sérgio, a picape estava andando e com aparência conservada. A pintura era na tonalidade preto fosco, o que combinava com seu objetivo de montar um rat.

A Apache foi levada então para a oficina JS, em São Paulo, onde o seu proprietário recebeu o empresário para conversarem sobre o que seria feito no carro. “Falei que queria um rat, visual surrado, pintura fosca...  Ele só ficou olhando para a minha cara, com expressão de quem diz: qual é a desse cara para querer fazer isso com um carro desse?”, ri o proprietário, que até aquele momento insistia na ideia de ter uma “ratazana” em casa.

Confira a reportagem completa na edição 89 da Revista Hot Rods ou na área reservada para assinantes

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2012-07-23
<![CDATA[Presença garantida!]]> Good Guys Pleasanton

 Equipe de Hot Rods comparece, mais uma vez, a um dos mais populares eventos de veículos antigos do mundo: o Good Guys de Pleasanton, na Califórnia

 

Texto: Da Redação

 

Fotos: C. Santos, C. Avelar, W. Dornela e J. Carvalho

 

Onde estiverem reunidos virtuosos carros antigos, lá estará a equipe de Hot Rods. Não importa onde quer que seja. Prova disso é que, mais uma vez, nossos colaboradores viajaram aos Estados Unidos para prestigiar um dos principais eventos do segmento. O Good Guys: 19º Summer Get Together de Pleasanton, na Califórnia, um dos mais concorridos eventos organizados pela associação.

O encontro aconteceu no final de semana dos dias 2 e 3 de junho, no Alameda County Fairgrounds, o parque de exposições que tradicionalmente sedia o encontro já há muitos anos.

Desta vez, o grupo de rodders brasileiros que representou nossa publicação foi composto por Cosme Santos, Cesar Avelar, Walbert Gomes e João Carvalho. “Apesar de já ter participado de vários eventos nos Estados Unidos, esta foi a primeira vez em Pleasanton. A atmosfera do local é realmente impressionante”, conta o entusiasta César Avelar.

De acordo com os números oficiais fornecidos pela organização, mais de 3.000 veículos passaram pelo parque de exposições ao longo do final da semana. “Os que mais chamaram a atenção foram os Ford de 1932 e 1934, além das picapes mais antigas”, opina César.

Além da exibição de power rods, customs, clássicos, muscle cars e street rods, o público teve ao seu dispor atividades como o variado mercado de venda e troca de peças, entretenimento para o público infantil, aulas de pinstriping e até mesmo uma exposição, que conta a história da Associação desde sua criação, em 1983, até os dias de hoje.

Como é de costume nos eventos do Good Guys, um dos momentos mais aguardados é o da premiação. Nesta edição, levaram troféu para casa os melhores estreantes, melhor picape, melhor original e melhor muscle entre 1955 e 1972, entre outros.

O Good Guys retorna para Pleasanton outras duas vezes ainda em 2012: em agosto, para a realização do West Coast Nationals, e em novembro, para a 23ª edição do Autumm Get Together.

 

Confira a reportagem completa na edição 89 da Revista Hot Rods ou na área reservada para assinantes

 

 

 

 

 

 

 

 

 





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2012-07-23
<![CDATA[Slingshot]]> História

  As competições de Quarto-de-Milha se originaram nos EUA e se espalharam pelo mundo. Se fôssemos eleger um modelo de arrancada para chamar de clássico, este modelo seria o Slingshot!

 

Texto: Aurélio Backo

Fotos: Arquivo pessoal

 

A produção em massa de automóveis nos Estados Unidos permitiu que muitas pessoas tivessem acesso a um carro próprio. E como o ser humano é competitivo por natureza, não tardou para acontecerem competições de velocidade de carros. Além das disputas em circuitos fechados, apareceram também os “rachadores”, que usavam seus próprios carros de uso, (usualmente um Ford), em disputas (ilegais e perigosas...) que tomavam lugar em estradas secundárias, ou durante a madrugada, nas avenidas desertas das cidades.

Em 1950, Cloyce Hart, sua esposa, Mary Margaret “Peggy” Riley, e mais dois sócios, fundaram a primeira pista comercial voltada para as corridas de arrancada, a “Santa Ana Drag Strip”.  O local escolhido foi uma pista não utilizada do aeroporto do Condado de Orange, na Califórnia. Como o “drag racing” não era até então algo organizado, o próprio C.J “Pappy” Hart (como era chamado Cloyce) estabeleceu a distância de um quarto de milha (402 metros), com base nas corridas de cavalo, e também estabeleceu as classes dos competidores. O significado do termo “drag racing”  não é conhecido, mas a melhor hipótese seria “corrida na rua principal”. Já no primeiro mês de operação, Pappy e Peggy se tornaram os únicos sócios da pista e entraram para a história como os responsáveis pelo estabelecimento de um novo esporte.

Com o sucesso comercial da pista de Santa Ana, outras surgiram e, consequentemente, o nível dos carros começou a ser aprimorado. Enquanto nos rachas de rua apenas carros de linha alterados podiam ser utilizados, o ambiente exclusivo de uma pista permitia que fossem construídos veículos com a única intenção de acelerar forte. Logo, carros com apenas chassi e eixos passaram a competir. Nestes, o motor era posicionado o máximo possível para trás, ficando o motorista junto ao eixo traseiro. Este conceito foi sendo refinado até que, em 1954, surge o que seria chamado de “slingshot”.

 

Confira a reportagem completa na edição 89 da Revista Hot Rods ou na área reservada para assinantes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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2012-07-23
<![CDATA[ Reunião de vovôs no dia dos pais]]>2012-07-23<![CDATA[Um carro a três]]>2012-07-23<![CDATA[Negócio entre amigos]]>2012-07-23<![CDATA[Pica-pau mal encarado]]>2012-07-23<![CDATA[ Olha o nível!]]>2012-07-23<![CDATA[De cabo a rabo]]>2012-07-23<![CDATA[É hora de reviver o passado]]>2012-06-29<![CDATA[Meu malvado favorito]]>Ford Coupé 1931

Carro adquirido praticamente destruído por comerciante paulistano tem partes reconstruídas do zero e recebe inusitada mecânica V6 com carburação tripla

Texto: Flávio Faria
Fotos: Ricardo Kruppa

Apesar de os “Fordinhos” contarem hoje com um bem servido mercado de peças, principalmente se considerarmos que se trata de carros com 80, 90 anos de existência, muitos projetos se tornam inviáveis por partirem de uma base que não oferece condições para restauração. Restaurar uma carcaça, muitas vezes em condições precárias, consome tempo e, principalmente, dinheiro.

E não são todos os aficionados que têm paciência (ou bolso) para levar adiante um projeto de difícil execução. Por isso, muitas vezes o jeito é recorrer para as carrocerias em fibra. Não há aqui qualquer opinião negativa com relação às fibras. Inclusive, de alguns anos para cá, as carrocerias feitas em fibra estão cada vez mais detalhadas e bem feitas. Além disso, as oficinas também estão aprendendo a lidar melhor com o material, principalmente no quesito pintura. Por outro lado, é importante ressaltar que os modelos em lata costumam ter mais valor, principalmente pela carga histórica que carregam e pelo desafio que a restauração minuciosa representa.

O Ford Modelo A Coupé 1931 desta reportagem possui carroceria de lata, é raríssimo e um dos modelos mais clássicos entre os hot rods, quase um símbolo desta cultura. Adquirido em 2010 pelo comerciante paulistano José Roberto de Araújo, de 59 anos, o Fordinho nem de longe se parecia com o “malvado” das fotos. “Estava em estado precário, muito avariado, então decidimos montar um hot”, contou o proprietário. O trabalho de restauração ficou a cargo da oficina OverHot, de São Paulo.

Do zero

Segundo Fausto Furlani, da OverHot, a carroceria estava tão deteriorada que algumas partes tiveram de ser feitas do zero. Para-lamas, teto e capô foram esculpidos artesanalmente, em chapa de aço. Foi um trabalho feito com muita minúcia, principalmente para não perder as referências de proporção. As lanternas traseiras também foram fabricadas pela equipe da oficina e os faróis foram recuperados do modelo original.  A cor, “azul twister”, foi escolhida pelo proprietário e mostra a vocação do modelo para a esportividade.

As rodas medem 18” na traseira e 17” na dianteira, montadas em pneus de perfil baixo. Essa foi uma escolha ousada, pois normalmente os puristas 

Confira o restante da matéria na edição 88 da revista Hot Rods

 

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2012-06-19
<![CDATA[Irmã mais velha]]>Ford F-1 1946

Do mesmo dono da Dodge 1951, esta F-1 já chegou às mãos do empresário de Atibaia praticamente “criada”, mas também seu toque pessoal sob o capô

Texto: Flávio Faria
Fotos: Ricardo Kruppa

Figura carimbada das páginas de Hot Rods, o empresário Armando Mantovani mantém uma verdadeira garagem dos sonhos na sua casa em Atibaia, interior de São Paulo. É dele também a Dodge 1951 mostrada na reportagem da página xx. Sua coleção conta ainda com um Jeep Willys, um Ford 31 e uma F-100. Como se vê, o empresário é apaixonado por picapes. E por motores de oito cilindros. Aliás, a única exigência do empresário para que um hot esteja na sua garagem é que ele tenha um propulsor deste tipo debaixo do capô. Nesta reportagem vamos conhecer mais uma das suas “damas”. Esta, de 1946, é a mais antiga da garagem.

Também integrante da coleção de amores do empresário, esta picape Ford F-1 1946 está na garagem dele em Atibaia há cinco anos. Segundo Armando, foi amor à primeira vista quando se “esbarraram” em Águas de Lindóia (SP), no evento anual que reúne centenas de hot rods na estância climática do interior do estado. “Eu estava passeando pelo evento quando a encontrei à venda. Fiquei apaixonado no mesmo instante e tive que levá-la para casa”, conta o proprietário, que tratou de mandar a picape para uma reforma geral. “O estado geral do carro era bom, estava precisando só de um trabalho de funilaria e pintura para ficar bonita”, comenta. Mas é claro que não ficou só nisso. O empresário acabou dando seu toque especial no projeto.

Nova cara

Embora decidido a manter a “cara” original da picape, Armando decidiu mudar a cor do veículo. Antes, a caminhonete ostentava a cor vermelha, mas o empresário decidiu que queria algo diferente. Grade, frisos e retrovisores foram importados dos Estados Unidos. A grade, inclusive, é em inox. Na caçamba, a exemplo do que foi feito na Dodge, o assoalho recebeu tábuas de ipê. E, entre elas, frisos cromados. Armando decidiu também colocar uma caixa de ferramentas na largura da caçamba, que quando fechada serve como um banquinho.

Confira o restante da matéria na edição 88 da revista Hot Rods

 

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2012-06-19
<![CDATA[Feito à imagem e semelhança...]]>Ford Roadster 1932 Model B

Ford Model B Roadster 1932 – um dos Ford mais bonitos – é customizado ao gosto de seu proprietário, um empresário apaixonado por modelos da época

 

Texto: Vitor Giglio

Fotos: Ricardo Kruppa

 

“O modelo 1932 é o mais bonito dentre todos os Ford”. É com essa frase que Gerson Mandu dá início à entrevista que originou esta reportagem. O empresário de 51 anos admite que nem mesmo se lembra quando teve início essa sua paixão por modelos antigos. “Acho que, na verdade, eu sempre gostei”, brinca.

Com uma predileção por modelos produzidos entre as décadas de 30 e 50, Gerson destaca, entre os veteranos que já possuiu, um Chevy 1955. “No entanto, o Ford 32 é um troféu para quem gosta de hot rod”, se declara ao mais novo xodó.

 

História

O Ford Model B foi produzido entre 1932 e 1934. Tratou-se de uma versão atualizada do modelo A e que foi substituído posteriormente pelo Model 48. Em sua origem, o Ford modelo B era um quatro cilindros, de 3.3L e 50 cavalos de potência a 2.800RPM. Cabeçotes com novas câmaras de combustão e novo comando de válvulas eram os principais responsáveis pela potência elevada do Ford Model B em comparação ao seu antecessor.

No entanto, simultaneamente, a montadora passou a desenvolver um veículo muito similar ao chamado modelo 18, que ostentava, entretanto, um propulsor V8, veículo que ficou conhecido como Ford V-8, um automóvel bastante similar ao Ford B.

Roadster, coupé, sedã, cabriolet e phaeton eram algumas das 14 versões de carrocerias que os modelos B ofereciam. Pela primeira vez a montadora passava a oferecer dois modelos simultaneamente. 

Confira o restante da matéria na edição 88 da revista Hot Rods

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2012-06-19
<![CDATA[O excêntrico Mr. Rusty]]>2012-06-19<![CDATA[Quebra-cabeça]]>2012-06-19<![CDATA[Marcas independentes em 1940]]>2012-06-19<![CDATA[Amaciando a direção (parte final)]]>2012-06-19<![CDATA[Merecido reconhecimento]]>2012-06-19<![CDATA[BRAZIL CLASSICS FIAT SHOW 2012]]>Diversos fatores podem explicar a consolidação da 20ª edição do Brazil Classics Fiat Show 2012, que aconteceu de 06 a 09 de junho, na cidade mineira de Araxá, como o principal evento da categoria na América Latina. Foram 300 raridades expostas no pátio do cinematográfico Tauá Grande Hotel Termas & Convention Araxá, entre modelos nunca vistos em uma exposição no país.

A seriedade da organização, o profissionalismo do leilão, e a preocupação pelo conforto e diversão do público presente também foram fundamentais para o sucesso do evento, que recebeu cerca 40 mil visitantes, com organização do Veteran Car Clube de Minas Gerais, patrocínio da FIAT Automóveis, e apoio da Prefeitura Municipal de Araxá e Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM). “É uma grande honra para a Fiat ser patrocinadora deste evento. Estamos contribuindo para qualificar este encontro como o mais importante do antigomobilismo no Brasil”, enfatizou o Presidente da Fiat Automóveis América Latina, Cledorvino Belini, durante a abertura da exposição.

Mas no fundo, depois de 28 anos de encontro, o Brazil Classics continua sendo o motivo ideal para um encontro de amigos apaixonados pelo antigomobilismo. “O Brazil Classics surgiu e permanece da mesma forma: um encontro de amigos colecionadores. Somos preservadores da história do automóvel”, define o Presidente do Veteran Car Club – MG, Dr. Otávio Pinto de Carvalho.

Movidos por essa paixão, os preservadores da história do automóvel foram os responsáveis por transformarem o pátio do Grande Hotel em um verdadeiro museu de carros antigos. Mercedes, Cadillacs, Porsches, Ferraris, Fords, entre outros, fizeram o público presente voltar à era de ouro da história mundial representada pelas raridades expostas.

“Estar presente e fazer um evento no Brazil é um desafio constante. O nosso objetivo é aumentar cada vez mais o respeito ao automóvel antigo. O Brazil Classics é um despertar de memórias”, enfatiza o Presidente da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA), Henrique Thielmann.

Um dos convidados ilustres da 20ª edição, o Governador de Minas Gerais, Antonio Augusto Junho Anastasia, deu um depoimento emocionado durante a Cerimônia de Abertura, ocorrida na noite de quinta-feira (07/06/12). “É a primeira vez que venho ao evento e estou impressionado com as raridades que vi. O entusiasmo dos colecionadores é fundamental para a preservação dos automóveis. É cuidar com gosto do passado”, ressalta.

Premiações

A solenidade de premiação, ocorrida na noite de sábado (09/06/12), foi outro grande momento do evento. O desfile contou com a presença de 63 raridades premiadas, comprovando o charme do Brazil Classics Fiat Show.

Um dos principais antigomobilista do país, Sr Og Pozzoli recebeu uma grande homenagem durante a noite de premiação devido à sua paixão por carros antigos. Na passarela de premiações o público se encantou com o desfile de dez Porsches, em uma emocionante homenagem ao seu criador, o engenheiro Ferdinand Alexander (Butzi) Porsche.

Nesta edição houve várias premiações especiais:

O Brasinca 4200 GT 1965, de propriedade de Otávio Pinto de Carvalho, recebeu o troféu de melhor esportivo nacional.

Troféu Lalique – O Troféu Lalique é transitório e é dado a uma personalidade que se destacou no trabalho de crescimento e reconhecimento do antigomobilismo. Na edição 2012 o antigomobilista premiado foi Nelson Rigotto Gouveia e sua charmosa coleção de Cadillacs.

Troféu Roberto Lee - A premiação mais aguardada da noite, o Troféu Roberto Lee, que premia o automóvel mais raro e valioso da exposição, foi para a o Rolls Royce Silver Springfield 1923, do antigomobilista Rubio Fernal Ferreira.

Leilão de Automóveis Antigos

Único da categoria realizado no Brasil, o leilão do Brazil Classics Fiat Show, que começou na 15ª edição, aconteceu na noite de sexta-feira, reunindo mais de 1.000 pessoas entre colecionadores, compradores, admiradores e curiosos.

Dos 105 automóveis leiloados, 56 foram arrematados, movimentando R$ 2 milhões e 130 mil reais. O automóvel com o lance mais alto foi uma Ferrari 365 GT Coupe 1970, vendido por R$ 400 mil. O mais baixo foi um Fusca VW 1969, arrematado por R$ 11 mil.

A cada edição o leilão de automóveis antigos ganha mais prestígio e espaço. Para o organizador do leilão, Sérgio Valente, o Brazil Classics é um dos eventos mais importantes no mundo do antigomobilismo. “É competitivo com qualquer outro evento mundial devido à alta qualidade de suas marcas e modelos. E o leilão complementa essa qualidade e importância”, avalia.

Passeio de Automóveis Antigos e Mercado das Pulgas

O já tradicional passeio de automóveis antigos pelas ruas de Araxá organizado pelo Brazil Classics agitou a manhã de sexta-feira (08/06/12). Mais de 30 raridades saíram do pátio da exposição e fizeram um percurso grandioso pelas históricas ruas.

Outro destaque foi o movimentado Mercado das Pulgas. No pátio do hotel foi montada uma grande estrutura onde os colecionadores puderam encontrar de tudo relacionado ao antigomobilismo: peças novas e usadas, acessórios e ornamentos para o carro antigo, além de literatura e miniaturas.

Destaque do Brazil Classics Fiat Show 2012

 

Benz 1886

Um dos grandes destaques da 20ª edição do Brazil Classics Fiat Show foi o Benz Patent Motorwagen 1886, réplica do primeiro carro patenteado do mundo. Construído em janeiro de 1886 por Karl Friedrich Benz, foi o primeiro carro patenteado do mundo. Com três rodas, dois lugares e sem volante, o Benz Patent Motorwagen parecia uma carruagem sem cavalos. Mas tinha motor traseiro com combustão interna e gasolina.

Rolls Royce Silver Ghost Springfield 1923

O grande destaque da premiação 2012 do Brazil Classics Fiat Show foi um modelo Rolls Royce Silver Ghost Springfield 1923. Conta a história que o cobiçado automóvel foi adquirido de segunda mão da família Dupont, logo após a II Guerra, por um barão do cacau da Bahia. O modelo é considerado um dos carros mais importantes do Brasil.

Exposição Porsche

A edição 2012 do Brazil Classics organizou uma exposição de dez Porsches O encontro dessas máquinas foi em homenagem a Ferdinand Alexander (Butzi) Porsche, o projetor do mais cobiçado veículo esportivo, o Porsche 911, lembrado até hoje como um dos carros de competição de maior sucesso.

Rolls Phanton

Estiveram expostos no pátio do Grande Hotel, para fascínio geral do público, dois Rolls Royce Phantom V, um dos modelos mais cobiçados pela alta classe inglesa e com pouquíssimos exemplares pelo mundo.

Le Zebre

O Le Zebre 1905 foi um dos carros que atraiu a curiosidade de todos durante o Brazil Classics. Com um design muito original, um dos motivos para o interesse é que o modelo exposto pertencia à família do pai da aviação, Santos Dumont.

Aston DB 2

Exemplar único no Brasil, o Aston DB 2 chama a atenção devido ao seu design luxuoso e sua relação com o poder.

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2012-06-12
<![CDATA[Viva Las Vegas, Baby!]]> Maior e melhor festival de cultura 50” do mundo muda a cara de Las Vegas por alguns dias. Se você curte os anos dourados, essa é a sua praia!

Texto: Victor Rodder

Fotos: Victor Rodder e Luiz Fireball

O maior e melhor festival de cultura 50’s do mundo! De quarta a domingo de Páscoa, há 15 anos, reunidos num só local, os carros, a música e a atitude dos anos 50. O Viva Las Vegas é isso: uma imensa festa que todo ano muda por alguns dias a cara da cidade do pecado.

O evento acontece no hotel e cassino Orleans, um gigantesco complexo de entretenimento que conta com uma infraestrutura fenomenal. São três salões de festas, com palcos dignos de qualquer estrela do rock, com capacidade para mais de 5 mil pessoas (e que às vezes têm shows simultâneos).

Dois salões que, durante o festival, ficam repletos de vendedores de roupas, discos e acessórios. Um teatro para 850 pessoas onde os shows de burlesco acontecem por duas noites. Além de cinema, 70 pistas de boliche, três piscinas e bares e pistas de dança onde DJs de todo mundo se revezam e tocam exclusivamente discos de 45 RPM!

São cinco dias consecutivos, 24 horas por dia, de shows de rockabilly, doo-wop, 50s rock and roll, surf music e tudo o que possa se relacionar com os anos 50!

 Confira reportagem completa na área reservada para assinantes ou na edição 87 de Hot Rods que se encontra nas bancas

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2012-05-22
<![CDATA[...não molhe mais o meu amor assim ]]> Nada de sol e céu azul. Espectadores do 17º Encontro de Autos Antigos, em Águas de Lindóia (SP), enfrentam chuva torrencial

Texto Vitor Giglio

Fotos Ricardo Kruppa

O outono realmente não promete finais de semana de tempo firme e ensolarados, mas o que se viu em Águas de Lindóia (SP), entre os dias 27 de abril e 1º de maio, foi digno de tempestades típicas de verão. Os três últimos, e principais, dias de evento (devido ao feriado do dia do trabalho) aconteceram sob incessante chuva, o que, visivelmente, desencorajou parte dos aficionados e curiosos que estavam determinados a prestigiar o evento.

O 17º Encontro de Autos Antigos aconteceu na praça central da cidade, distante em 170 quilômetros da capital. Diferentemente de anos anteriores, a edição 2012 contou com um espaço diminuto reservado para os hot rods. Más notícias para o segmento? Muito pelo contrário! Devido ao nítido crescimento do segmento ao longo dos anos, a organização optou por realizar uma edição própria para os rodders, de modo que possa atender a todas as necessidades e anseios de todos os envolvidos. Desta maneira, o evento específico para hots acontecerá entre os dias 3 e 5 de agosto deste ano.

O que se viu em maior número nesta edição (dentre os cerca de 300 carros originais expostos) foram outros veículos antigos, como exemplares de Rolls Royce, Oldsmobile e Pakard, além dos tradicionais “Fordinhos”, que variavam entre os modelos T e A.

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2012-05-22
<![CDATA[Good guy, bad guy ]]>Dupla de Fords Coupé 1940 mostra duas vertentes da cultura hot rod: a dos puristas e a mais radical

Texto: Flávio Faria

Fotos: Ricardo Kruppa

Com linhas arredondadas e traseira bem marcada, o Ford Coupé 1940 é sinônimo de esportividade entre os carros antigos. Na época, inclusive, o modelo foi criado com este objetivo, de ser um esportivo da marca. Era o preferido de policiais e bandidos. Tanto é que o modelo, na época, foi muito utilizado tanto como viatura quanto como carro de fuga.

Nesta edição, Hot Rods traz dois exemplares que mostram essa “dupla personalidade”. De um lado, o “mocinho”, um Coupé quase todo original, só com a mecânica adaptada. De outro, um legítimo hot rod com 280cv de potência e suspensão a ar. Qual você prefere?

Bad Guy

Figura carimbada da revista Hot Rods, Antônio Carlos Marin, o Toninho da Marin Olds, já apresentou diversos projetos de respeito na revista e dessa vez não poderia ser diferente. Este Coupé 1940 com cara de bandido, nas palavras do proprietário, é um dos seus sonhos realizados.

“Eu sempre quis ter um Ford Coupé e fiquei à procura de um exemplar por cerca de cinco anos, quando fiquei sabendo deste carro, que à época estava em Brasília. O antigo proprietário tinha se interessado por um modelo que eu tenho e estávamos negociando uma troca. Eu estava radiante, imaginando que finalmente meu sonho estaria realizado, mas infelizmente meus planos foram por água abaixo. Alguns detalhes não se concretizaram e a troca não deu certo. Só que eu estava decidido a ter aquele carro, então peguei um avião para Brasília e fui encontrar o dono do carro. Após negociar muito consegui trazer o carro”, detalha.

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2012-05-22
<![CDATA[Tem que ter V8]]>2012-05-22<![CDATA[Independentes de 1940]]>2012-05-22<![CDATA[Mustang Passion]]>2012-05-22<![CDATA[Operação resgate]]>2012-05-22